Suspeitos de planejar a morte de Jean Carlos Decker, 33 anos, funcionário da Band em Santa Catarina, a assistente comercial Adriana Decker, 31 anos, e o músico e motorista carioca Halan Nunes, 33, foram julgados e condenados pelo júri popular por homicídio duplamente qualificado.
Adriana, mulher da vítima, foi condenada a 21 anos de reclusão, e Halan, que teria disparado o tiro no crime que aconteceu em agosto de 2013, pegou 18 anos. A sentença foi decretada em tribunal realizado nesta quarta-feira (30), em Biguaçu, cuja sessão durou 14 horas.
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A promotoria acusava Adriana e Halan de serem amantes e de terem planejado a morte do rapaz. Uma testemunha afirmava que, dois meses antes do crime, Adriana já teria tentado matar o marido, ao provocar um acidente de trânsito que deixou Jean com fraturas.
A tese foi acatada pelos jurados, que acreditaram na versão de que Jean estava na cama, se recuperando do acidente, quando foi assassinado pelo amante de Adriana. Ela havia saído para o trabalho às 5h30 da manhã e teria deixado a chave para Halan executar o crime.
Halan tocava no grupo de pagode Novos Bambas, de Florianópolis, e conheceu Adriana em uma das apresentações da banda. No velório, Adriana chorou na frente dos amigos e quase chegou a desmaiar. As informações são de Róbinson Gambôa, colunista na cidade.



