Sem sombra de dúvidas, um dos crimes mais chocantes foi a morte da pequena Isabella Nardoni
Para quem não lembra, Isabella Nardoni foi jogada de um prédio pelo próprio pai em 2008, Alexandre Nardoni.
A criança foi arremessada da janela do 6º andar do prédio na Vila Guilherme, zona norte de São Paulo.
Era onde vivia Alexandre Nardoni, e a madrasta da pequena, Anna Carolina Jatobá. Aliás, na época, de início, pensava ser um acidente.
Desse modo, neste artigo abordaremos:
- Pressão aumenta, e caso Nardoni ganha novo capítulo nos últimos dias;
- Isso porque um recurso questiona rotina, endereço e possível descumprimento das regras do regime aberto concedido ao casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá.
Na época, Alexandre expôs durante as investigações que o prédio em que vivia sofreu um assalto. E então, um dos criminosos teria jogado Isabella pela janela.
Mas, a história não foi bem assim e descobriram a verdade, ou seja, a mentira serviu apenas para confundir ainda mais a situação.
CASO NARDONI GANHA NOVO CAPÍTULO POR DENÚNCIA DE SITUAÇÃO MEDONHA?
Sendo assim, desde aquele instante, Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, segue defendendo a memória da filha e atua para combater violência contra crianças.
No entanto, o embate envolvendo a Associação do Orgulho LGBTQIAPN+ e o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá ganhou novo desdobramento em Brasília.
De acordo com informações da Coluna Fabia Oliveira do portal Metrópoles, a entidade, presidida por Agripino Magalhães, protocolou na quinta-feira (9/4) novo recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Representada pelo advogado Francisco Angelo Carbone Sobrinho, a associação reforça o pedido para que o casal volte imediatamente ao regime fechado.
No documento enviado ao ministro relator, a entidade alega que a permanência dos condenados em regime aberto tem causado cenário de “medo coletivo” e “intimidação difusa” em bairros de São Paulo e também na região de Barueri.

AFINAL, VOLTA À PRISÃO É EXIGIDA?
No novo protocolo, a defesa destaca indícios de possível descumprimento das regras impostas pelo regime aberto.
Inclusive, um dos questionamentos é sobre a rotina de trabalho de Alexandre Nardoni na empresa do pai, Antonio Nardoni, com dúvidas se o horário estaria sendo cumprido ou se haveria circulação em períodos não autorizados.
Portanto, a petição também alega suspeitas sobre o endereço informado à Justiça. De acordo com o documento, há incertezas sobre a permanência do casal no local declarado.
Portanto, existe citações a uma possível mudança para Alphaville sem a devida atualização nos autos.
A associação cita o “desespero” de moradores e alega que centenas de assinaturas teriam sido reunidas como forma de denúncia das atitudes atribuídas ao casal.

COMPARAÇÃO COM OUTRO CRIME BÁRBARO?
Como reforço ao pedido, o texto informa o caso do ex-goleiro Bruno como exemplo, e sustenta que a regressão de regime deve acontecer de forma imediata diante de falta grave ou descumprimento das condições determinadas.
Isso porque no mês passado, Bruno voltou a ter a prisão decretada após descumprir as regras do livramento condicional, ao viajar para o Acre sem autorização judicial.
Portanto, a solicitação é para que o tribunal ordene a volta do casal ao cárcere até que os fatos sejam esclarecidos.
Portanto, o caso volta a ficar no centro dos holofotes, principalmente porque o texto sustenta ainda que o impacto da situação na região de Barueri seria motivo de preocupação constante.

Desse modo, para saber notícias sobre outros crimes e fatos chocantes, clique aqui*.
