
Catia Fonseca e Marcelo Serrado (Montagem: TV Foco)
Depois de Marcelo Serrado assumir que foi diagnosticado com síndrome de pânico há dois anos, nesta terça-feira (05), Catia Fonseca reproduziu a notícia e estimou melhoras ao artista, falando sobre a importância de trazer esse tipo de assunto a público.
Para quem não viu, o ator admitiu ao jornal O Globo que soube que estava com a doença no período mais crítico da pandemia, e a morte de Eduardo Galvão por Covid-19 só acabou piorando as coisas.
Catia Fonseca falou sobre o quanto gosta do ator e confirmou o diagnóstico: “Marcelo Serrado está com síndrome do pânico”, disse a apresentadora do Melhor da Tarde, enquanto Kaká Novelas deu mais detalhes:
“Ele começou a ter essa síndrome há dois anos atrás, no auge da pandemia. A morte do Eduardo Galvão foi o gatilho, companheiro de trabalho, quase da mesma faixa etária. Ele começou a tremer, ter respiração ofegante, sensação de quase morte“, explicou a colunista.
Por mais que esteja trabalhando, o ator segue batalhando contra a doença e está se tratando. “Até hoje ele toma remédio, até hoje ele é medicado. Mesmo agora, está medicado o tempo todo para segurar a barra”, seguiu Kaká Novelas no Melhor da Tarde.

Síndrome do Pânico de Marcelo Serrado foi pauta no Melhor da Tarde, de Catia Fonseca (Foto: Reprodução/Band)
Catia Fonseca refletiu que a entrevista de Marcelo Serrado é de extrema importância e utilidade pública para conscientizar os demais.
“Se dá uma diferença na emoção, desregula tudo. Achei muito bom ele ter falado. Gente, doença psiquiátrica também deve ser tratada. A gente é um corpo só. Um beijo para o Marcelo Serrado, que ele fique bem logo“, concluiu a apresentadora da Band.

Marcelo Serrado, da Globo, está se tratando (Foto: Reprodução)
Tópicos nesse artigo: