"É difícil", Celso Portiolli se nega a ficar em programa do SBT e emissora bate o martelo sobre substituta
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Celso Portiolli negou ser o sucessor de Silvio Santos (Foto: Reprodução)
O apresentador negou o rótulo de sucessor de Silvio Santos e indicou Patricia Abravanel como substituta natural
Vivendo uma de suas melhores fases no SBT, Celso Portiolli têm vencido até a Globo com o seu Domingo Legal e naturalmente levantou boatos sobre ser o sucessor de Silvio Santos no canal.
No entanto, em uma entrevista recente ao Notícias da TV, Portiolli negou o rótulo de sucessor de Silvio Santos, bem como em ficar em qualquer posição que já foi do Senhor Abravanel.
O comunicador ressaltou ainda a dificuldade que teve em comandar a nova temporada do Show de Milhão, que foi apresentada originalmente pelo dono do SBT.
“Eu faço qualquer programa que me pedirem, mas como foi o Show do Milhão. Peguei um programa que era dele, mas fiz do meu jeito. Esse negócio de substituição é difícil. A única pessoa que se sente à vontade no palco para fazer as coisas que o Silvio faz é a Patricia [Abravanel]. Ela cresce a cada domingo”, apontou ele, reafirmando que Patrícia Abravanel seria a única que se sente confortável em suceder Silvio.
Celso Portiolli e Patricia Abravanel (Foto: Reprodução)
Além disso, não seria a primeira vez que ele assumiria um grande nome no SBT. Isso porque, ele herdou o Domingo Legal de ninguém menos do que Gugu Liberato há 12 anos e se consolidou como um dos maiores comunicadores do país.
Ao comentar sobre sua carreira, o apresentador relembrou as dificuldades em projetos passados e se demonstrou muito grato pela boa fase aos domingos.
“Não tive uma carreira regular. Eu sumia por um seis meses, um ano. Às vezes, meu programa estava em primeiro lugar e mesmo assim era cancelado. Cheguei a ficar dois anos fora do ar. Inclusive, pedi autorização ao Silvio para morar fora e estudar inglês na época. Os altos e baixos foram muitos. Convivi com a insegurança, com o medo, vi os contratos prestes a vencer. E aí, depois de dez anos, estou colhendo os frutos do Domingo Legal. O reconhecimento popular é maravilhoso. É um combustível para continuar trabalhando”, garantiu ele.
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