Celso Portiolli falou sobre a meta de R$ 30 milhões do Teleton. O programa em prol de arrecadar fundos para AACD começa nesta sexta-feira (06).
Na noite desta sexta-feira, 06 de novembro, o SBT começa a exibição do Teleton em prol da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente). Neste ano, a meta é atingir R$ 30 milhões em doações. Celso Portiolli, um dos padrinhos do programa solidário, demonstrou preocupação com o valor estipulado.
Durante entrevista para o Notícias da TV, o apresentador do Domingo Legal revelou que costuma ficar apreensivo com medo das doações não atingirem a meta. “Eu espero que o brasileiro doe e que a gente consiga bater a meta bem antes, para não chegar naquele final desesperado”, brincou Celso Portiolli.
Ele confessou que fica apreensivo na reta final do Teleton. “Tem que bater! É desesperador quando vai chegando no final, a gente vai pensando: ‘Poxa, para quem a gente pode ligar?’. Pensa em pedir dinheiro para algum empresário: ‘Se ligar agora, será que doa?’. É complicado, é complicado”, admitiu o apresentador.
Celso Portiolli falou da situação do Brasil: “Eu espero que as pessoas consigam doar. A gente sabe da situação, que muita gente está sem dinheiro… E você sabe que sempre doa quem tem menos, né? É aquele trabalhador, a vozinha aposentada, o jovem que é solidário, quem tem um pouquinho de dinheiro, esse pessoal doa”.
Apresentador fez apelo por doações
“E às vezes pode faltar dinheiro para eles também. Então, eu convoco você que assiste ao programa e, às vezes, não doa achando que o vizinho vai doar ou que a amiga vai doar. Não, faça a sua parte também. Você pode fazer esse bem indo até a AACD e através da sua doação”, apelou o apresentador do SBT.
“Uma criança vai dar o primeiro passo, uma mãe vai receber o primeiro abraço, um jovem vai dar a primeira corridinha. Isso é maravilhoso! Então, colabore”, contou. Celso Portiolli ainda fez questão de explicar que nada que acontece em torno do Teleton é armado e que o medo de não atingir a meta é real.
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“As pessoas acham que está tudo amarradinho, mas não está nada amarrado, nada amarrado! A gente percebe o desânimo na comunicação, a gente percebe quando as pessoas vão ficando tristes porque a meta não está chegando. Às vezes, passa raspando [da meta], mas eu acho que esse ano vai bater”, disse ele.
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Autor(a):
Kelly Araújo
Kelly Araújo é formada em Biologia pelo IFCE. Desde 2014, escreve sobre televisão, bastidores da fama, celebridades e reality shows. Apaixonada por esse universo, acompanha de perto tudo o que movimenta o mundo dos famosos nas redes sociais. Com ampla experiência em produção de conteúdo para o público digital, integra a equipe do TV Foco, contribuindo com matérias que misturam informação, curiosidade e entretenimento. Contato profissional: [email protected]



