Governo Federal assinou contratos para a criação de emissoras em parceria com instituições de ensino
Novos canais de TV estão previstos para ganharem espaço no Brasil. Além da Globo e da Record, que já oferecem entretenimento e jornalismo, a ideia dos novatos é focar especialmente na educação, cultura e assuntos sociais.
Até então, o projeto propõe a chegada de 100 novas estações. Desta vez, há envolvimento do Governo Federal, trazendo também interesses políticos e algumas parcerias que já foram negociadas entre outros envolvidos nas transmissões.
Segundo a revista Veja, em outubro, a administração superior anunciou a expansão da Empresa Brasil de Comunicação, lançada em 2007. Para quem não sabe, esse é o conglomerado estatal de mídia, sendo dirigido pelo poder público.

De acordo com a publicação, foram assinados acordos de cooperação com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. Além disso, 31 universidades federais acertaram a operação de 72 novas emissoras ao público.
Entre os nomes parceiros, aparecem Universidade Federal Rio de Janeiro, Universidade Federal São Carlos e Universidade Federal do Sul da Bahia, que terão seus canais de televisão sob contrato com a EBC. Mas, existe também um outro negócio em andamento.
No mesmo mês, a Secretaria de Comunicação Social revelou ainda que 13 instituições devem assinar acordos com o conglomerado do Governo Federal em breve, dando espaço às outras 28 emissoras de rádio ou TV, totalizando as 100 anunciadas anteriormente.

Quando a televisão chegou no Brasil?
Em 1950, a TV brasileira foi inaugurada pelo jornalista Francisco de Assis Chateaubriand, responsável pela extinta Tupi. Depois disso, surgiram outros vários canais de relevância no país, mas boa parte já não existe mais. O mais antigo em atividade segue sendo a Record, que é de 1953.
