Cena de tortura com Isadora Ribeiro impressiona pela realidade em “Amor e Revolução”

23/02/2011 às 12:14 · Tempo de leitura: 2 minutos

Com estreia prevista para início de abril, “Amor e Revolução” vai quebrar a tradição do SBT em adiantar as gravações para abrir frente de capítulos. A novela de Thiago Santiago entrará no ar com uma boa margem de segurança, mas com possibilidades de ajustes a partir da reação do telespectador. “Amor e Revolução” já tem frentes de trabalho nos estúdios 7 e 8 da Anhanguera, na cidade cenográfica e também em externa. Nove cenários já foram instalados nos estúdios e na cidade cenográfica construídos um teatro, galpão da polícia para torturas e uma cantina onde se reúnem os estudantes revolucionários.
Isadora Ribeiro, que fará uma participação especial em 5 capítulos, já gravou suas cenas mais complicadas. Ela interpretará uma diretora de escola que será torturada durante 3 meses porque acobertou a personagem de Patrícia de Sabrit, uma jovem que luta contra a ditadura. A gravação foi acompanhada por um número pequeno de pessoas para que os detalhes não vazem para a imprensa. Segundo informações que circulam pelos corredores da Anhanguera, o momento mais impressionante desta sequência é a tortura numa cadeira elétrica. O realismo impressiona, afirmam.
Thiago Santiago pretende concentrar a história de “Amor e Revolução” entre os anos de 64 e 71, os “anos de chumbo”. Entretanto, o autor já revelou a alguns profissionais de sua equipe que tem a possibilidade de esticar este período.

José Armando Vanucci

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