Bahia tem futuro selado para o técnico Rogério Ceni em meio a pressão para que ocorra a sua demissão e técnico está ciente de sua situação no clube

Rogério Ceni está no Bahia desde 2023, quando pegou o time na zona de rebaixamento com grandes chances de cair. Apesar disso, fez um excelente trabalho e salvou o clube da queda.

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Nos anos seguintes, trouxe o clube de volta à Libertadores e conquistou títulos regionais. Mas, o atual momento dele no clube fez com que os torcedores pedissem por sua demissão.

O clube foi eliminado de todas as competições que disputou e com isso só restou o Brasileirão. Hoje o clube está na 6° colocação com 26 pontos, campanha feita com 7 vitória, 5 derrotas e 5 empates.

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Grupo City não quer demissão

Apesar da pressão da torcida, em um primeiro momento o Grupo City pretende manter ele até o fim de 2026 e se tudo der certo, até o final do seu contrato que é dezembro de 2027.

O Grupo não é como os outros clubes que trocam de técnico na primeira crise. Rogério Ceni já foi contestado em outras ocasiões e deu a volta por cima. Agora, tem mais uma oportunidade de fazer isso.

O que pensa Ceni?

Na coletiva de imprensa em 17 de maio, logo após o empate com o Grêmio, questionaram o que ele acha sobre a possibilidade de pedir demissão e também sobre como avalia seu trabalho.

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Antes, ele comentou sobre os insultos por parte da torcida:

“Você abandonaria a sua profissão se alguém lhe ofendesse? Não estou aqui apenas pelo salário que ganho. Não quero muito, não quero nada além de poder trabalhar e desenvolver aquilo de que gosto”.

Sobre o trabalho que está desenvolvendo e se já chegou ao limite com o clube, ele analisou:

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“Acho que o elenco trabalha muito. Se o meu limite for o que aconteceu hoje, esse é o meu limite, com oito oportunidades claras de gols. O que eu não consigo controlar é a bola entrar ou não. O resultado é preponderante”.

E sobre os pedidos para a sua demissão?

Sobre a possibilidade de demissão e pressão por parte da torcida, ele garantiu:

“Ontem fiz reunião com todas as pessoas que trabalham no clube. Tento colocar todo mundo envolvido no trabalho, mas a gente não consegue controlar resultado. Eu tenho 36 anos de carreira, e se tem uma coisa que nunca fui foi ser acomodado”.

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