Memória de elefante: Chá natural potencializa o cérebro e ajuda a prevenir alzheimer dos idosos

Chá natural traz um estímulo natural, o qual ajuda a combater o Alzheimer e ainda traz efeitos ainda mais surpreendentes para a saúde dos idosos
Melhorar a memória, proteger o cérebro e até ajudar a retardar os sintomas do Alzheimer: parece ambicioso, mas é o que uma simples xícara de chá verde pode oferecer.
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Não se trata de promessa milagrosa ou solução mágica, mas de um recurso natural com base científica.
O chá verde, consumido regularmente, pode ser um reforço importante na manutenção da saúde cerebral — especialmente na terceira idade.
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Embora não cure o Alzheimer, ele contribui para desacelerar o avanço da doença e fortalecer a função cognitiva.
Nesse contexto, à partir de informações coletadas no portal Guia do Estudante a equipe do TV Foco, especializada em saúde e bem-estar, traz abaixo os benefícios desse chá que, além de potencializar o cérebro, ainda pode trazer uma “memória de elefante”, sobretudo aos mais idosos.

Entendendo o Alzheimer e seus gatilhos
O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que afeta progressivamente a memória, o raciocínio e a capacidade de realizar tarefas simples.
Ele surge de maneira sutil, com lapsos de memória recentes, e evolui para uma perda de autonomia.
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A causa principal envolve o acúmulo de placas de proteína beta-amiloide entre os neurônios, que interfere na comunicação entre as células cerebrais.
Esse processo desencadeia inflamações, morte celular e, gradualmente, a perda de tecido cerebral.
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A idade avançada é o fator de risco mais relevante, mas não o único:
- A genética;
- O sedentarismo;
- Uma alimentação inflamatória;
- Falta de estímulo mental também contribuem para acelerar o declínio cognitivo.
Todos esses fatores ajudam a acelerar o atrofiamento da mente.
Porém, o chá verde aparece como uma estratégia natural, acessível e de fácil adoção, com potencial para reforçar a saúde do cérebro.
Por que o chá verde ajuda?
O poder do chá verde está nos compostos bioativos presentes nas folhas da planta Camellia sinensis.
As catequinas, especialmente a epigalocatequina galato (EGCG), têm ação antioxidante e anti-inflamatória.
Elas ajudam a neutralizar os radicais livres — moléculas instáveis que provocam danos celulares e estão diretamente relacionadas ao envelhecimento cerebral.

Além disso, o chá verde favorece o aumento da atividade de neurotransmissores como dopamina e noradrenalina, que estão ligados ao foco, à concentração e à memória.
Inclusive, estudos recentes indicam que o consumo regular da bebida melhora a conectividade entre diferentes áreas do cérebro, promovendo uma comunicação mais eficiente entre os neurônios.
Isso significa mais clareza mental, maior velocidade de raciocínio e melhor capacidade de retenção de informações.
Outro ponto relevante é a ação do chá verde sobre o fluxo sanguíneo cerebral.
Ele melhora a circulação, garantindo mais oxigênio e nutrientes ao cérebro.
Também há indícios de que o consumo regular pode estimular a neurogênese — o nascimento de novos neurônios — em regiões ligadas à memória, como o hipocampo.
Como incorporar o chá verde a uma rotina de forma segura?
Os efeitos positivos do chá verde se manifestam com o uso contínuo e moderado. Recomenda-se consumir até duas xícaras por dia, preferencialmente fora das refeições.
Isso porque seus taninos podem interferir na absorção de ferro e cálcio, se consumido junto aos alimentos.
O ideal é prepará-lo com água quente, mas sem deixar ferver, para preservar suas propriedades antioxidantes.
Evite adoçá-lo. Caso queira variar o sabor, pode-se adicionar rodelas de limão ou folhas de hortelã, sem comprometer os benefícios.
Vale lembrar que o chá verde contém cafeína em menor quantidade que o café, mas, ainda assim, pode causar insônia se tomado à noite.
Receita de chá verde para estimular o cérebro:
- 1 colher de chá de folhas secas de Camellia sinensis ou 1 sachê;
- 200 ml de água filtrada;
- Aqueça a água até antes de ferver (cerca de 80 a 90°C);
- Despeje sobre as folhas ou sachê, abafe e deixe em infusão por 3 a 5 minutos;
- Coe (se necessário) e consuma morno ou em temperatura ambiente.
Conclusão:
O chá verde não é remédio nem substitui tratamento médico, mas representa uma ferramenta relevante na proteção do cérebro.
Rico em antioxidantes e compostos que favorecem a memória e a circulação cerebral, ele pode ajudar a retardar o declínio cognitivo.
Quando aliado a hábitos saudáveis e ao acompanhamento médico, torna-se um aliado real e eficaz para o envelhecimento mental com mais qualidade.
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Autor(a):
Lennita Lee
Jornalista com formação em Moda pela Universidade Anhembi Morumbi e experiência em reportagens sobre economia e programas sociais. Com olhar atento e escrita precisa, atua na produção de conteúdo informativo sobre os principais acontecimentos do cenário econômico e os impactos de benefícios governamentais na vida dos brasileiros. Apaixonada por dramaturgia e bastidores da televisão, Lennita acompanha de perto as movimentações nas principais emissoras do país, além de grandes produções latino-americanas e internacionais. A arte, em suas múltiplas expressões, sempre foi sua principal fonte de inspiração e motivação profissional.
