Uma das piores notícias chega para uma das maiores varejistas da história do Brasil

Como vocês estão sabendo, no início de 2023 as Lojas Americanas estão em meio a um rombo bilionário seguido de uma recuperação judicial que tem prejudicado muito a empresa.

Continua depois da publicidade

Em busca de conseguir sanar as dívidas, pelo menos arcar com os direitos trabalhistas, as Americanas estão tentando de tudo, inclusive, conseguir vender alguns de seus bens para ter dinheiro e pagar seus funcionários.

O QUE AS AMERICANAS ESTÃO VENDENDO?

De acordo com a IstoÉ, Americanas concluiu o processo de venda de um jato Phenom 300, da Embraer. A varejista está reforçando seu caixa para começar a realizar o pagamento dos credores com até R$ 12 mil para receber a partir do dia 1º de abril, conforme o plano de recuperação judicial homologado pela justiça do RJ no último dia 27 de fevereiro. A companhia contava com R$ 1.4 bilhão em caixa no final de janeiro.

Continua depois da publicidade
De acordo com a Bloomberg, foi registrada a venda da aeronave modelo EMB-505 para o empresário cearense Jorge Alberto Vieira Studart Gomes no dia 23 de janeiro.

O valor não foi confirmado, mas no pedido de recuperação judicial apresentado constava que R$ 47 milhões era um valor considerado justo pela empresa.

Continua depois da publicidade

No processo ainda constam outros ativos que a companhia vai leiloar, como três automóveis, um Tiguan 2.0 TSI, um Volvo XC40 T5 e um Passat 2.0 T, além de 28.859 estruturas de porta -pallets.

Além disso, a companhia também pretende vender várias das marcas pertencentes ao grupo como Natural da Terra, Vem Conveniência, do Uni.co, da Imaginarium, a Puket e a Ame.

Continua depois da publicidade
Ao todo, são mais de 9 mil credores entre pessoas físicas e jurídicas. Quatro bancos – Bradesco, BTG Pactual, Itaú Unibanco e Santander – respondem por mais de 35% da dívida.

Em novembro do ano passado, a Americanas fechou um acordo com essas instituições financeiras. A negociação abriu o caminho para destravar o plano de recuperação judicial.

Ficou acertado que o Grupo Americanas receberia um incremento de capital de R$ 24 bilhões, sendo R$ 12 bilhões pelos seus acionistas de referência (Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles) e outros R$ 12 bilhões dos próprios bancos, mediante conversão de dívidas em ações.