É oficial: Chega notícia devastadora da Americanas hoje (5) e confirmação chocante a milhares de funcionários

A empresa está em processo de recuperação judicial (Reprodução: Internet)
Uma das piores notícias chega para uma das maiores varejistas da história do Brasil
Como vocês estão sabendo, no início de 2023 as Lojas Americanas estão em meio a um rombo bilionário seguido de uma recuperação judicial que tem prejudicado muito a empresa.
Em busca de conseguir sanar as dívidas, pelo menos arcar com os direitos trabalhistas, as Americanas estão tentando de tudo, inclusive, conseguir vender alguns de seus bens para ter dinheiro e pagar seus funcionários.
O QUE AS AMERICANAS ESTÃO VENDENDO?
De acordo com a IstoÉ, Americanas concluiu o processo de venda de um jato Phenom 300, da Embraer. A varejista está reforçando seu caixa para começar a realizar o pagamento dos credores com até R$ 12 mil para receber a partir do dia 1º de abril, conforme o plano de recuperação judicial homologado pela justiça do RJ no último dia 27 de fevereiro. A companhia contava com R$ 1.4 bilhão em caixa no final de janeiro.
O valor não foi confirmado, mas no pedido de recuperação judicial apresentado constava que R$ 47 milhões era um valor considerado justo pela empresa.
No processo ainda constam outros ativos que a companhia vai leiloar, como três automóveis, um Tiguan 2.0 TSI, um Volvo XC40 T5 e um Passat 2.0 T, além de 28.859 estruturas de porta -pallets.
Além disso, a companhia também pretende vender várias das marcas pertencentes ao grupo como Natural da Terra, Vem Conveniência, do Uni.co, da Imaginarium, a Puket e a Ame.

Americanas acaba de fechar lojas (Foto: Reprodução/Internet)

Lojas Americanas (Foto: Reprodução/ Internet)

Lojas Americanas (Foto Reprodução/Internet)
Em novembro do ano passado, a Americanas fechou um acordo com essas instituições financeiras. A negociação abriu o caminho para destravar o plano de recuperação judicial.
Ficou acertado que o Grupo Americanas receberia um incremento de capital de R$ 24 bilhões, sendo R$ 12 bilhões pelos seus acionistas de referência (Jorge Paulo Lemann, Carlos Alberto Sicupira e Marcel Telles) e outros R$ 12 bilhões dos próprios bancos, mediante conversão de dívidas em ações.