A gigante da telefonia condiciona clientes a ato e acaba indo parar na mira da Justiça

A Claro, que como todos sabem, é uma das maiores operadoras do Brasil de telefonia móvel, fixa, banda larga e TV por assinatura, tem dado muito o que falar após atitude.

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O fato é que, ao ditar obrigação aos seus clientes, a grande empresa acabou indo parar na mira da Justiça.

As informações são do portal Folha de São Paulo, e de acordo com a fonte, o Ministério Público Federal abriu um inquérito civil contra a Claro. A empresa estava exigindo dos clientes a coleta de dados biométricos em casos de transferência de titularidade de linhas telefônicas.

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De acordo com o que foi exposto, a suposta infração da operadora ocorreu em uma loja no Shopping Iguatemi de Porto Alegre (RS).

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O procurador Jorge Irajá Louro Sodré alegou que a empresa de telefonia, a Claro condicionou o atendimento à identificação por biometria facial. O que muitos não sabem, é que a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) diz que a captura de dados por biometria depende de consentimento do titular dos dados, ou seja, não pode ser levada como uma obrigação.

Para o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), caso o cliente se recuse a tal ato, isso não pode resultar no cerceamento do acesso a bens e serviços da empresa.

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Claro é um empresa gigante que se uniu a instituição financeira (Reprodução: Internet)

Logo da Claro – Foto: Internet

O que a Claro diz a respeito do assunto?

Ainda de acordo com informações do Folha de São Paulo, por meio de sua assessoria, a empresa diz que utiliza a biometria e validação de documentos para prevenir fraudes no processo de identificação.

Além disso, a Claro também enfatiza  que informa seus clientes sobre sua política de privacidade, que é aberta aos clientes. Agora o que nos resta é aguardar os próximos desdobramentos dessa história.

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Claro estourou seus cofres e engoliu rival por valor milionário (Foto: Reprodução Internet)

Claro (Foto: Reprodução Internet)