CLTs em êxtase: Lei trabalhista em vigor crava 9 dias de folga a trabalhadores em 2025
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Entenda quais são as regras da CLT (Foto: Divulgação)
Já existe uma regra válida para uma longa lista de profissionais, enquanto ainda se discute sobre o fim do expediente por 6 dias na semana
O IBGE divulgou que quase 38 milhões de brasileiros estão trabalhando dentro do regime CLT no Brasil. Dentro disso, existe uma série de regras para as diferentes categorias no país.
Desde a década de 40, as leis passaram por diversas modificações e se adaptaram à realidade de cada época. Isso serve, principalmente, para resguardar o bem-estar do cidadão e a seriedade das empresas que dependem de seus funcionários.
Hoje, entre as principais questões, aparecem normas de segurança, jornada de trabalho e férias. Mas, para uma longa lista de trabalhadores, surgem algumas ressalvas aplicáveis que dizem respeito às folgas no período comum de expediente, dentro de certas condições, é claro.
Entre elas, as licenças de gala e nojo, que chamam atenção pelos nomes incomuns para muita gente. A primeira, para quem não sabe, se refere aos casos de casamento, onde o funcionário tem direito a, pelo menos, 3 dias de folga consecutivos, a partir da data do casamento civil.
Já a segunda vale para professores e servidores públicos nos casos de óbito de parentes próximos. No entanto, as faltas asseguradas ainda têm diferença. Para os educadores são 9 dias, enquanto para o restante, são 8. O termo “nojo”, aos que estranharam, surge como um sinônimo de “luto”, apesar de ter caído em desuso no Brasil.
Mas… e a escala 6×1?
Desde maio, Erika Hilton, do PSol, vem elaborando uma nova proposta para dar fim à jornada de expediente de 6 dias por semana. O tema surgiu em parceria com o Movimento Vida Além do Trabalho. Por enquanto, o documento está em fase de construção para virar, possivelmente, um Projeto de Lei.
“Trabalhar 6 dias seguidos para folgar 1, para, então, começar mais uma semana de 6 dias de trabalho, não é vida. É exploração incompatível com a dignidade humana, mas permitida na nossa lei. Não dá para viver só um sétimo da própria vida, não existimos apenas para trabalha”, justificou a deputada federal.
Conclusão
Entre as questões apontadas, aparecem o bem-estar e qualidade de vida no trabalho. Com uma possível mudança na CLT, surgiria mais equilíbrio entre a vida profissional e pessoal, maior foco na saúde e nas relações familiares, além, claro, de mais possibilidades para aprimorar as qualificações profissionais.
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