CNN Brasil ataca a Record mais uma vez e contrata responsáveis por alavancar audiência do canal
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Record parte para cima da CNN Brasil (Foto: Reprodução)
Record parte para cima da CNN Brasil (Foto: Reprodução)
Em mais uma investida, a CNN Brasil fez novas contratações do time de profissionais de jornalismo da Record, agora na Bahia
A CNN Brasil continua implacável em sua busca por montar um time de peso. Com previsão de estreia logo após o Carnaval do próximo ano, o canal estreante tem passado o rodo na Globo, no SBT e, mais uma vez, na Record.
Anteriormente, a CNN Brasil já havia contratado Reinaldo Gottino, que era considerado um dos principais nomes do jornalismo da Record. Agora, a versão brasileira do poderoso canal de notícias dos Estados Unidos voltou a tirar importantes nomes da emissora paulistana.
De acordo com informações do site Notícias da TV, a CNN Brasil contratou Emerson Nunes e Sheron Monalisa, que eram editores-chefe da Record, e respondiam por programas que conseguiam bater a Globo no Ibope – os dois atuavam na Bahia.
A CNN Brasil anunciou sua estreia no Brasil no começo deste ano. Meses depois do grande anuncio, os executivos da empresa partiram para o mercado em busca de profissionais renomados do jornalismo nacional. A TV Globo foi a primeira grande vítima da investidas dos executivos do canal que, com dinheiro de sobra no caixa, fez propostas bastante generosas e tirou da emissora carioca nomes como Monalisa Perrone, que comandava o Hora 1, Mari Palma e Phelipe Siane, repórteres da Globo São Paulo. Recentemente, outro repórter da Globo que atuava em Brasília, Kenzô Machida rescindiu com o plim plim e foi para a concorrente.
Outros ex-contratados da Globo também assinaram com a CNN Brasil: Evaristo Costa e William Waack – o primeiro saiu da emissora carioca por livre e espontânea vontade, enquanto o segundo foi demitido após ser envolvido em um escândalo de racismo. Posteriormente foi a vez da Record sofrer baixas com a perda de Reinaldo Gottino. Só que, ao contrário da Globo, o canal do bispo Macedo não reagiu bem e fez pelo menos duas reportagens exibidas em seu principal telejornal, o “Jornal da Record”, contra o sócio-majoritário da CNN Brasil.
O SBT também não ficou de fora dos ataques da CNN, e um de seus principais repórteres, Daniel Adjuto, trocou o canal de Silvio Santos pela emissora novata. Os jornais impressos, tais como a Folha de S.Paulo, também viram alguns de seus profissionais serem contratados.
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