CNN Brasil ataca a Record mais uma vez e contrata responsáveis por alavancar audiência do canal

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

28/11/2019 às 15:50 · Tempo de leitura: 3 minutos

Record parte para cima da CNN Brasil (Foto: Reprodução)

Record parte para cima da CNN Brasil (Foto: Reprodução)

Em mais uma investida, a CNN Brasil fez novas contratações do time de profissionais de jornalismo da Record, agora na Bahia

A CNN Brasil continua implacável em sua busca por montar um time de peso. Com previsão de estreia logo após o Carnaval do próximo ano, o canal estreante tem passado o rodo na Globo, no SBT e, mais uma vez, na Record.

Anteriormente, a CNN Brasil já havia contratado Reinaldo Gottino, que era considerado um dos principais nomes do jornalismo da Record. Agora, a versão brasileira do poderoso canal de notícias dos Estados Unidos voltou a tirar importantes nomes da emissora paulistana.

De acordo com informações do site Notícias da TV, a CNN Brasil contratou Emerson Nunes e Sheron Monalisa, que eram editores-chefe da Record, e respondiam por programas que conseguiam bater a Globo no Ibope – os dois atuavam na Bahia.

A CNN Brasil anunciou sua estreia no Brasil no começo deste ano. Meses depois do grande anuncio, os executivos da empresa partiram para o mercado em busca de profissionais renomados do jornalismo nacional. A TV Globo foi a primeira grande vítima da investidas dos executivos do canal que, com dinheiro de sobra no caixa, fez propostas bastante generosas e tirou da emissora carioca nomes como Monalisa Perrone, que comandava o Hora 1, Mari Palma e Phelipe Siane, repórteres da Globo São Paulo. Recentemente, outro repórter da Globo que atuava em Brasília, Kenzô Machida rescindiu com o plim plim e foi para a concorrente.

Outros ex-contratados da Globo também assinaram com a CNN Brasil: Evaristo Costa e William Waack – o primeiro saiu da emissora carioca por livre e espontânea vontade, enquanto o segundo foi demitido após ser envolvido em um escândalo de racismo. Posteriormente foi a vez da Record sofrer baixas com a perda de Reinaldo Gottino. Só que, ao contrário da Globo, o canal do bispo Macedo não reagiu bem e fez pelo menos duas reportagens exibidas em seu principal telejornal, o “Jornal da Record”, contra o sócio-majoritário da CNN Brasil.

O SBT também não ficou de fora dos ataques da CNN, e um de seus principais repórteres, Daniel Adjuto, trocou o canal de Silvio Santos pela emissora novata. Os jornais impressos, tais como a Folha de S.Paulo, também viram alguns de seus profissionais serem contratados.

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