Completando pouco mais de uma semana no ar com o BBB22, Boninho recebe triste notícia da Justiça.
Foi marcada para dois meses após a final do BBB22 (prevista para encerrar dia 21 de abril), a audiência de câmeras que denunciaram assédio contra Boninho durante o BBB20, ou seja, no dia 21 de junho às 13h, no Fórum do Rio de Janeiro.
A ação trabalhista foi promovida em coletivo por funcionários que prestavam serviços para a Globo, através da empresa terceirizada Grupo Let. Boninho foi acusado de assédio moral pelos trabalhadores durante o BBB20.
De acordo com informações do Splash, do UOL, o processo foi aberto no Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro. Cinco operadores de câmera e um assistente de operações do programa de confinamento da Globo, exigem na Justiça indenizações provocadas por diversas irregularidades trabalhistas.
Os ex-funcionários do BBB20 relatam condições precárias de trabalho e higiene, e também reclamam de assédio moral praticado por Boninho, que os tratavam de forma grosseira e humilhante.
PRIMEIRA AUDIÊNCIA PRECISOU SER REMARCADA
A primeira audiência do caso foi feita no dia 23 de setembro de 2021. Porém, os advogados dos prestadores de serviços da Globo informaram que as testemunhas não puderam acessar a plataforma para participar da audiência online por causa da Covid-19, por não terem habilidades.
Por isso, a audiência precisou ser reagendada, sendo agora oficialmente anunciada para 21 de junho de 2022. Na Justiça, os ex-trabalhadores do BBB20 pedem um valor de aproximadamente R$ 45 mil reais de indenização por danos morais para cada profissional, totalizando R$ 270 mil para toda a ação coletiva.
Como provas, os ex-prestadores de serviços da Globo, possuem um vídeo com as péssimas condições de trabalho durante o BBB20, onde constam sete vídeos, onde é possível visualizar diversas máscaras de proteção da Covid-19 espalhadas no chão, fios enrolados, sujeiras e canos abertos, onde saem ratos, aranhas e até cobras, de acordo com relatos dos profissionais.
Outra exigência dos câmeras e do assistente de operações é a equiparação salarial e horas extras não-remuneradas, pois os ex-funcionários do BBB20 foram contratados para a carga horária de nove horas, tendo uma hora de descanso.
Mas sempre ficavam mais tempo do que o horário previsto e não tinham horário certo para o intervalo. A Globo informou por meio do Splash, que não se manifesta sobre casos que estão na Justiça.
