Com BBB22 no ar, Justiça marca audiência de câmeras que denunciaram assédio de Boninho
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Boninho é o diretor do BBB22, programa da Globo (Foto: Reprodução)
Completando pouco mais de uma semana no ar com o BBB22, Boninho recebe triste notícia da Justiça.
Foi marcada para dois meses após a final do BBB22 (prevista para encerrar dia 21 de abril), a audiência de câmeras que denunciaram assédio contra Boninho durante o BBB20, ou seja, no dia 21 de junho às 13h, no Fórum do Rio de Janeiro.
A ação trabalhista foi promovida em coletivo por funcionários que prestavam serviços para a Globo, através da empresa terceirizada Grupo Let. Boninho foi acusado de assédio moral pelos trabalhadores durante o BBB20.
De acordo com informações do Splash, do UOL, o processo foi aberto no Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro. Cinco operadores de câmera e um assistente de operações do programa de confinamento da Globo, exigem na Justiça indenizações provocadas por diversas irregularidades trabalhistas.
Os ex-funcionários do BBB20 relatam condições precárias de trabalho e higiene, e também reclamam de assédio moral praticado por Boninho, que os tratavam de forma grosseira e humilhante.
PRIMEIRA AUDIÊNCIA PRECISOU SER REMARCADA
A primeira audiência do caso foi feita no dia 23 de setembro de 2021. Porém, os advogados dos prestadores de serviços da Globo informaram que as testemunhas não puderam acessar a plataforma para participar da audiência online por causa da Covid-19, por não terem habilidades.
Por isso, a audiência precisou ser reagendada, sendo agora oficialmente anunciada para 21 de junho de 2022. Na Justiça, os ex-trabalhadores do BBB20 pedem um valor de aproximadamente R$ 45 mil reais de indenização por danos morais para cada profissional, totalizando R$ 270 mil para toda a ação coletiva.
Como provas, os ex-prestadores de serviços da Globo, possuem um vídeo com as péssimas condições de trabalho durante o BBB20, onde constam sete vídeos, onde é possível visualizar diversas máscaras de proteção da Covid-19 espalhadas no chão, fios enrolados, sujeiras e canos abertos, onde saem ratos, aranhas e até cobras, de acordo com relatos dos profissionais.
Outra exigência dos câmeras e do assistente de operações é a equiparação salarial e horas extras não-remuneradas, pois os ex-funcionários do BBB20 foram contratados para a carga horária de nove horas, tendo uma hora de descanso.
Mas sempre ficavam mais tempo do que o horário previsto e não tinham horário certo para o intervalo. A Globo informou por meio do Splash, que não se manifesta sobre casos que estão na Justiça.
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