O jornalista Marcelo Rezende renovou seu contrato com a Rede Record ao menos até 2020. A informação foi divulgada nesta semana, em comunicado enviado à imprensa, pela própria emissora, como já noticiado.
Em entrevista ao portal Comunique-se, Rezende atribuiu o sucesso e a própria renovação de seu contrato, à sua equipe :”Formar um grupo no qual todos ajudassem um ao outro na hora do sufoco”. Sobre o formato atual do “Cidade Alerta”, Rezende destaca que pode colocar em prática algumas ideias, como a de montar, nas mais diversas praças da Record, equipe de repórteres mulheres.
“Elas têm uma sensibilidade diferente da do homem. E na hora do ‘vamos ver’, vão para cima com toda a gana possível. A Record topou a ideia e daí nasceram, em termos nacionais, a Fabíola Gadelha, de Manaus; a Silvye Alves, de Goiânia; a Merie Gervásio e a Lívia Zuccaro de São Paulo; a Prancheta (Luiza Zanchetta), de Porto Alegre; e a Dó-Ré-Mi (Akemi Duarte) de Belo Horizonte. A contribuição delas, além da excelente qualidade profissional, foi harmonizar o ambiente. O mérito é da minha equipe.”, disse.
Ele explica o modo descontraído, até com a criação de apelidos, de lidar com as repórteres. “São como minhas irmãs mais novas, se bem que tem umas doidas para casar comigo!”, brinca. E Fabíola Gadelha, uma ‘das irmãs’ de Rezende, tem conquistado cada vez mais espaço na emissora. Há anos na TV A Crítica, afiliada da Record na capital amazonense, tem viajado a São Paulo toda semana para apresentar a edição de sábado do “Cidade Alerta”.
Por fim, o jornalista negou que o programa explore a desgraça: “Acredito que nós conseguimos aprimorar o que o jornalista tem que fazer: contar a história. Os repórteres do ‘Cidade Alerta’ passaram a entender que não é apenas para relatar o que aconteceu, mas sim extrair do fato o que nem sempre é visível, a alma humana”.
O “Cidade Alerta” marca médias na casa dos 10 pontos, sendo a maior audiência diária da Record, e uma das maiores a cada semana.

