Os líderes das maiores igrejas evangélicas do Brasil não dão ponto sem nó. Eles, que viram os dízimos dos fiéis caírem consideravelmente nos últimos anos, nem cogitam a possibilidade de deixarem de ocupar os canais de TV, e pensaram em outra alternativa.
De acordo com o colunista Ricardo Feltrin, os pastores se uniram para pressionar as emissoras, com o intuito de baixarem os preços dos horários vendidos para esses programas religiosos. Eles colocam a culpa dessa queda na crise econômica que o Brasil enfrenta.
Isso tem feito com que haja uma queda na receita dos dízimos, e é através deles que os horários são alugados. A Igreja Universal, Igreja Internacional, Igreja Mundial, Vitória em Cristo e Assembleia de Deus, concorrentes, agora estão juntas nessa “luta”.
Elas exigem que, em 2017, o custo com televisão seja reduzido.

