William Bonner fala o que não devia durante o ‘Jornal Nacional’

William Bonner, apresentador do ‘Jornal Nacional’, no domingo (08), teve sua folga cancelada pela Globo.

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Isso porque houve um ataque terrorista à sede dos três poderes, em Brasília. E com isso, o jornalista precisou correr para a redação para conseguir acompanhar o telejornal com todas as informações em primeira mão.

Porém, apesar de ter ido à sede da Globo, William Bonner não apareceu ao vivo durante a programação. Na ocasião a emissora tomou a decisão histórica de transmitir seu sinal em pool com a Globo News.

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Inclusive, na edição do ‘Jornal Nacional’, de segunda-feira (09), William Bonner, ao vivo, acabou falando o que não devia e quebrou o protocolo da Globo.

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Afinal, normalmente os jornalistas não podem dar sua opinião pessoal sobre os temas abordados e nem fazerem comentários se não forem os comentaristas.

Em certo momento do telejornal da Globo, o jornalista abriu o jogo e deu sua opinião sobre os acontecimentos em Brasília, na qual terroristas acabaram destruindo os prédios dos Três Poderes.

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“O Brasil começou a semana ainda sob os acontecimentos chocantes de ontem em Brasília, mas se as sedes do Legislativo, do Executivo e do Judiciário mal começaram a ser reconstruídas, os três poderes seguem atuando. Porque as instituições estão de pé, assim como a Democracia, e as responsabilidades estão sendo apuradas“, disse ele.

PARCEIRA DE WILLIAM BONNER TAMBÉM PERDEU A PACIÊNCIA

Durante o ‘Jornal Nacional’, Renata Vasconcellos, parceira de William Bonner no telejornal, perdeu a paciência e deu uma dura nos bolsonaristas por conta das fake news que andam sendo divulgadas a respeito das prisões aos extremistas.

“Redes sociais bolsonaristas estão espalhando uma série de informações  falsas sobre as pessoas que foram presas depois do atentado terrorista em Brasília. É tudo escandalosamente falso”, começou ela.

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E continuou: “A começar por fotos obtidas em bancos de imagens da internet. É o caso da fake news sobre uma mulher idosa que teria morrido na prisão. É mentira”.