O líder dos Trapalhões processou um famoso banco e um ex-contador por um golpe milionário

Renato Aragão, o eterno Didi tem estado fora da mídia desde que foi demitido da Globo em 2020, mesmo assim, o ex-trapalhão é dono de uma fortuna milionária e voltou a dar o que falar após a denúncia de um golpe.

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Isso mesmo, de acordo com informações divulgadas pela coluna de Ancelmo Goes, do Jornal O Globo, Renato Aragão e sua esposa, Liliam Taranto Aragão e a empresa dos dois, Renato Aragão Produções Artísticas, estão processando o banco Santander e um ex-funcionário por adulterações na compensação de cheques que teriam gerado um prejuízo de cerca de R$ 3,3 milhões

Os cheques, emitidos pela empresa para distribuição de lucros para o casal, teriam sido alterados por um então funcionário da empresa da família Aragão.

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De acordo com os autos do processo, Lilian e Renato Aragão acusam Alexandre Reis Costa, que posteriormente foi demitido e responde a um processo criminal por estelionato, além de uma ação trabalhista.

Já o processo cível contra o Banco Santander está na 7ª Vara Cível da Barra e encontra-se suspenso aguardando decisões dos outros processos contra o ex-contador da Aragão Produções Artísticas.

Além de reaver o desfalque de 3,3 milhões, Didi e sua esposa ainda podem ganhar uma indenização milionária sob a alegação de danos morais por conta de todo o desgaste gerado pelos tramites do processo.

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DIDI TERIA FORTUNA ESTIPULADA EM 180 MILHÕES

De acordo com informações divulgadas pelo site TVbook, Renato Aragão tem uma fortuna avaliada em cerca de R$ 180 milhões.

O patrimônio do veterano estaria dividido entre casas, carros, direitos de filmes dos Trapalhões e até uma cidade cinematográfica, que foi vendida para a Record em meados de 2000.

Casablanca Estúdios, localizados na zona oeste do Rio de Janeiro (Foto: Reprodução/Record)

Casablanca Estúdios, localizados na zona oeste do Rio de Janeiro já pertenceram a Renato Aragão (Foto: Reprodução/Record)

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Quando a emissora dos bispos comprou os estúdios, o contrato valeria por pelo menos 5 anos e levaria R$ 5 milhões por ano aos cofres da empresa, de acordo com Patrícia Kogut, também do jornal O Globo.