Com trama ágil e cara de filme, "A Regra do Jogo" tem potencial para agradar gregos e troianos
Vanessa Giacomo , Alexandre Nero e Giovanna Antonelli (Foto: Globo/João Miguel Júnior)
“A Regra do Jogo”, nova novela de João Emanuel Carneiro, o mesmo que escreveu a histórica “Avenida Brasil”, chegou e chegou de vez.
A nova novela tem um dos maiores desafios já enfrentados por uma trama do horário das 21h. Recuperar o público que deixou de assistir a Globo, diante da fracassada “Babilônia”. Se esse era o objetivo, a primeira vista deu certo. Com uma trama inteligente, que mais parecia filme de Hollywood, “A Regra do Jogo” procurou focar em poucos personagens, em torno de 10, para conseguir prender o público. O capítulo que entrou no ar, depois das 21h30 trouxe de tudo: ação, emoção e a esperança de uma novela capaz de prender o público em frente a TV.
O fato é que “A Regra do Jogo” apostou nas tramas do funk e da corrupção e acabou agrando gregos e troianos. Sim, porque a novela, diferentemente de suas antecessoras, não se apegou em temas religiosos ou causas gays (Casais gays não tiveram vez nos primeiros minutos da novela). Se a esperança, era que finalmente uma novela não fosse “boicotada” pelo público, tudo indica que a “A Regra do Jogo”entrará de vez na casa da família brasileira.
As opiniões aqui retratadas não refletem necessariamente a posição do TV FOCO e são de total responsabilidade de seu idealizador.
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