Como já noticiamos, nessa semana a Record News promoveu demissões em massa, mais da metade dos profissionais foram dispensados. O mesmo ocorreu com o R7, que teve os editores do início da criação do portal demitidos.

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Mas tudo isso tem uma explicação. Segundo o colunista Flávio Ricco, do Uol, o rombo passa de R$ 200 milhões – valor que a Record não confirma. A conta da Olimpíada passada, a subutilização do Recnov e os sucessivos erros de planejamento, além de altos salários pagos aos seus diretores e artistas estão entre as despesas que mais contribuíram para se chegar a um valor tão absurdo.

Ainda de acordo com os colunista, o dinheiro pago pela Igreja Universal, que ocupa a madrugada da emissora, não está sendo o suficiente para reverter o prejuízo. A Record, sempre muito econômica na abertura dos seus intervalos comerciais, agora se vê obrigada a adotar uma política diferente.

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Não existe, pelo menos até agora, uma definição do que será feito ou do que será possível fazer daqui pra frente, mas se tem a certeza de que apenas reduzir a folha de pagamento, com a dispensa de alguns funcionários, se tornou insuficiente para cobrir um buraco tão grande.

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