Nesta quarta-feira comemora-se o “Dia Mundial do Consumidor”, uma data para a reflexão sobre a relação entre produtores, prestadores de serviço e consumidor. Será que há equilíbrio quando tantos interesses estão em jogo? Será que há satisfação com as operadores de celulares, com os bancos, com a loja de roupas, a fábrica de alimentos…? E com a televisão? Você está satisfeito com o que assiste?
Somos consumidores de informação e entretenimento através das mídias eletrônicas e nem sempre o produto que nos é entregue preza pela qualidade e cumpre seus objetivos em propagar conhecimentos, unir a cultura de um país tão grande e valorizar os princípios sociais. Infelizmente, a televisão avançou em tecnologia, mas ainda deixa a desejar na qualidade e, por isso, há tanta reclamação. Assim como nas relações de consumo o melhor protesto é deixar de levar um produto para casa, na televisão o controle remoto é uma arma eficiente. O telespectador precisa, assim com o faz com outros setores, brigar por seus direitos, exigir qualidade e pontualidade na entrega. Quer coisa pior do que anunciar um programa para um horário e só começar quando a novela do concorrente terminar? Explorar as mazelas de um povo para conseguir audiência (algo tão comum em nossa TV) é outra forma de ferir esta relação com o consumidor de conteúdo na televisão. Os especialistas garantem que o Brasil amadureceu em relação aos direitos do consumidor e que as empresas fazem de tudo para evitar problemas com quem adquire seus produtos. Pelo visto esta eficiência não chegou à televisão. Com raras exceções, a avaliação desse serviço fica entre o ruim e razoável