"Doença rara no sangue": Comunicado da ANVISA emitido nesta segunda (27) atinge medicamento nº1 em 2025

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

27/01/2025 às 19:45 · Tempo de leitura: 7 minutos

Anvisa - Medicamento (Foto: Reprodução)

Comunicado da ANVISA emitido nesta segunda-feira (27), afeta medicamento Nº1 em 2025 e alerta para doença rara no sangue

A ANVISA divulgou, nesta segunda-feira (27), um comunicado alertando para uma rara doença no sangue associada a um medicamento muito importante.

O TV Foco, a partir do seu time de especialistas e das informações do Anvisa, detalha agora a liberação do Fabhalta, medicamento para o tratamento da HPN.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (27), o Fabhalta, primeiro medicamento oral destinado ao tratamento da hemoglobinúria paroxística noturna (HPN), uma doença rara no sangue.

HPN

  • A HPN é uma anemia hemolítica crônica, resultante da destruição das hemácias.
  • A doença é causada por um defeito genético nas membranas das hemácias.
  • Hemácias afetadas pela HPN não possuem proteção adequada contra o sistema complemento.
  • O sistema complemento ataca as hemácias, levando à sua destruição precoce.
  • A falta de hemácias saudáveis prejudica o transporte de oxigênio no corpo.
Anvisa / Medicamentos – Montagem TVFOCO

O Fabhalta, desenvolvido pela farmacêutica Novartis Brasil, bloqueia as proteínas do sistema complemento, impedindo a destruição das hemácias.

Em testes clínicos, pacientes tratados com o cloridrato de iptacopana, nome comercial do Fabhalta, controlaram os sintomas da doença e não desenvolveram anemia.

Decisão da Anvisa

Com a aprovação da Anvisa, o Fabhalta será disponibilizado aos pacientes por meio de hospitais, clínicas especializadas ou instituições habilitadas. As farmácias não venderão o medicamento.

A inclusão do Fabhalta no Sistema Único de Saúde (SUS) ainda depende de regulamentação. No segundo semestre de 2025, a Novartis Brasil solicitará a inclusão do medicamento no SUS.

Anvisa / Medicamentos – Montagem TVFOCO

Contudo, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec) terá 180 dias para analisar o pedido, com possibilidade de prorrogação por mais 90 dias.

A aprovação do Fabhalta representa um avanço significativo no tratamento da HPN, oferecendo aos pacientes uma opção terapêutica mais acessível e eficaz.

No entanto, a definição de preço e a inclusão no SUS ainda dependem de regulamentação, o que pode impactar o acesso ao medicamento para a população.

Anvisa – Foto: Internet

Como fazer uma denúncia para a Anvisa?

Para denunciar à Anvisa, siga estes passos:

  1. Acesse o Fala.BR: Utilize a plataforma Fala.BR para registrar sua manifestação.
  2. Preencha o formulário: Complete o formulário eletrônico com detalhes sobre a denúncia, incluindo informações relevantes e, se possível, anexando fotos ou documentos que comprovem os fatos.
  3. Escolha o canal adequado: Contudo, se a denúncia estiver relacionada a produtos ou serviços sujeitos à vigilância sanitária, utilize o Fala.BR. Para questões específicas, como denúncias sobre tabaco, utilize o canal correspondente.
  4. Atendimento presencial: Porém, se preferir, dirija-se à sede da Anvisa em Brasília, localizada no SIA Trecho 05, Área Especial 57, Bloco A, Térreo, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
  5. Acompanhamento: Então, após registrar a denúncia, você receberá um número de protocolo para acompanhar o andamento da apuração.

CONCLUSÃO 

Por fim, a aprovação do Fabhalta pela Anvisa é um marco importante para o tratamento da HPN no Brasil. Porém, a disponibilização do medicamento por meio de hospitais e clínicas especializadas representa um avanço significativo no tratamento da doença.

No entanto, a definição de preço e a inclusão no SUS ainda dependem de regulamentação, o que pode impactar o acesso ao medicamento para a população.

Além disso, é fundamental que os órgãos competentes agilizem esses processos para garantir que os pacientes tenham acesso a essa importante opção terapêutica.

Veja também matéria especial sobre: Escândalo: Varejista é acusada de reembalar carnes apodrecidas pela enchente e vender como cortes nobres do Uruguai e ANVISA liga o alerta.

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