Alerta do Banco Central: Comunicado sobre o fim da compra parcelada chega HOJE: "Vai ser terrível pra você"
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Banco Central (Foto: Divulgação / Banco Central)
Alerta do Banco Central chega sobre compras parceladas e deixa os brasileiros atentos com novidade
Uma declaração do Presidente do Banco Central causou completo desespero nos brasileiros e fez com que até propagandas contra isso fossem feitas.
Recentemente em uma propaganda vinculada pela Abranet com a hashtag #nãomexanoparcelado teve a notoriedade dada e fez com que muitas pessoas parassem para assistir.
Na propaganda é dito: “A compra parcelada sem juros no cartão é vital para a economia brasileira e há muitos anos a gente vive assim, pagando parcelado mês a mês sem custo extra. Mas agora, querem acabar com o parcelado sem juros. Estão pressionando o governo para acabar com a conquista do consumidor brasileiro, e se isso acontecer, vai ser terrível para você e para o consumidor brasileiro. Com o juros no parcelado, sua vida vai piorar”.
Banco Central realizou o Evento LIFT Day - Foto Reprodução Twitter
Banco Central realizou o Evento LIFT Day - Foto Reprodução Twitter
Banco Central realizou o Evento LIFT Day - Foto Reprodução Twitter
MAS O QUE É ISSO?
Segundo informações do G1, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, citou um incômodo do BC com o sistema atual de financiamento por cartão de crédito, que permite aos correntistas parcelar compras em até 13 parcelas sem juros.
Segundo ele, o BC estuda em criar algum tipo de “tarifa” para desincentivar a compra desenfreada no crédito em uma quantidade muito grande de parcelas.
“Não é proibir o parcelamento sem juros. É simplesmente tentar que fique um pouco mais disciplinado. Não vai afetar o consumo. Lembrando que cartão de crédito é 40% do consumo no Brasil”, explicou Campos Neto.
De acordo com a Agência Brasil, ele afirmou: “A gente tem um parcelado sem juros, que ajuda muito o comércio, que ajuda muito a atividade, mas que tem aumentado muito o número de parcelas, de três para cinco, para sete, para nove, para 11. Hoje, o prazo médio são 13 parcelas”.
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