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O PIX se consolidou como o principal meio de pagamento do país desde que foi lançado pelo Banco Central. Com transferências instantâneas e gratuitas para pessoas físicas, o sistema se tornou um dos pilares da economia digital brasileira. Mas junto com a popularização vieram também os golpes.
Sendo assim, é justamente por isso que um novo comunicado serve de alerta a todos que utilizam o PIX, especialmente clientes da Caixa, Itaú e outros grandes bancos.
O Banco Central e instituições financeiras reforçam que criminosos têm explorado o PIX com táticas cada vez mais sofisticadas. Assim, eles se passam por bancos, operadoras de cartão e até pela Receita Federal.
O golpe é simples, mas eficaz: com mensagens alarmistas e tom de urgência, os golpistas convencem a vítima a realizar transferências via PIX sob falsas alegações de bloqueio de conta, cobrança de taxas ou débitos inexistentes.
Essas mensagens circulam por SMS, WhatsApp, redes sociais e até e-mail. Algumas chegam com links maliciosos que simulam páginas de bancos ou de instituições públicas, sempre com o objetivo de roubar dados e dinheiro.
Não. Para pessoas físicas, o PIX continua sendo totalmente gratuito. Qualquer comunicação que diga o contrário é golpe. Segundo o próprio Banco Central, não há qualquer imposto, tarifa ou cobrança oculta nas transferências via PIX. Empresas, por outro lado, podem estar sujeitas a tarifas específicas, mas sempre definidas diretamente com seus bancos e nunca solicitadas por terceiros via mensagens.
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A melhor forma de se proteger é desconfiar. Nenhum banco ou órgão público envia mensagens pedindo que o cliente faça transferências imediatas por PIX. Por isso, confira algumas atitudes que ajudam a evitar fraudes:
Se você foi vítima de um golpe envolvendo PIX, aja rápido:
Muitas pessoas, especialmente idosos e usuários com menos familiaridade com o digital, são os principais alvos dos golpistas. Compartilhar orientações claras sobre como identificar golpes e agir com segurança pode evitar grandes prejuízos.
O PIX segue sendo uma ferramenta segura e eficiente, mas é fundamental manter a atenção redobrada. Em 2025, o principal risco não está no sistema, e sim na ação dos criminosos. Informação e prevenção continuam sendo as melhores defesas.
Sandra Cotrim é jornalista com anos de trajetória no TV Foco, onde atua como uma das principais redatoras na cobertura de televisão, celebridades e atualidades há mais de quatro anos. Assim, com forte apuração jornalística e olhar analítico, dedica-se a informar o público com credibilidade, profundidade e atenção aos bastidores do mundo da TV.