As novelas seguem com números estáveis na audiência, tanto em São Paulo, quanto no Rio de Janeiro, e na semana passada, algumas chegaram a bater recorde na média semanal. A reprise de “Caras e Bocas” foi destaque, por ter registrado média de 17.8 pontos em São Paulo, recorde.
No Rio de Janeiro, sua média foi de 20.3 pontos. Enquanto isso, a novela das seis também bateu seu recorde semanal na capital paulista. A média de “Meu Pedacinho de Chão”, escrita por Benedito Ruy Barbosa, foi de 20.8 pontos em São Paulo e conquistou 22.4 no Rio de Janeiro, recorde também.
“Geração Brasil”, porém, segue em baixa nas duas cidades. A trama marcou apenas 20.2 pontos de média semanal em São paulo, menos que a novela das seis. Já no Rio, sua média semanal alcançada foi de 22.7 pontos. Apesar de razoável, não foi o seu recorde na capital carioca.
Mesmo em seus últimos capítulos, “Em Família” segue com índices modestos e na última semana, marcou apenas 33 pontos na Grande São Paulo. Já no Rio de Janeiro, a trama de Manoel Carlos bateu seu recorde, registrando 36.7 pontos de média, conquistando 39 na segunda-feira.
No SBT, as novelas seguem em baixa. No início da tarde, a reprise de “Café com Aroma de Mulher” ficou com média de apenas 4.54 pontos na Grande São Paulo. Em seguida, Maite Perroni derrubou tudo em “Meu Pecado”, ficando com apenas 3;6 pontos de média semanal.
“A Feia mais Bela” conseguiu elevar, porém permaneceu em baixa, com 4.3 pontos de média. Na faixa da noite, “Chiquititas” ficou com média semanal de 11.3 pontos e a reprise de “Rebelde” derrubou isso, sendo exibida em seguida, conquistando apenas 6.7 pontos de média.
Na Record, a situação segue complicada em sua única novela em exibição. A trama de Cristianne Fridman, “Vitória”, fechou a semana com média de apenas 4.5 pontos, apesar de ter marcado 5 de média na segunda, quinta e sexta-feira. Na terça e quarta, a novela ficou com 4 pontos.
Os números são consolidados e servem como referência para o mercado publicitário. Cada ponto equivale a 65 mil domicílios na Grande São Paulo e cerca de 38 mil domicílios no Rio de Janeiro.

