Adeus confirmado pela ANATEL: Fim de serviço vital na Claro e na Vivo faz 200 milhões de clientes chorarem
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
ANATEL prevê proibição que acaba afetando operadoras como a Vivo e a Claro (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Tv Foco/Logo.Net/Anatel/CANVA)
O Fim: Anatel anuncia que serviço da Claro e vivo não irá mais funcionar
A Claro e a Vivo juntas tem mais de 200 milhões de clientes atualmente e se conecta a mais de 10 milhões de residências em todo o país. Além disso, a primeira delas segue em liderança em banda larga e em distribuição de conteúdo em todo o nosso país.
Contudo, o que chamou atenção dos brasileiros foi o fato da Anatel confirmar o fim de um serviço muito usado pelos clientes, surpreendendo a todos com a decisão.
Estamos falando da opção do acesso ilimitado a redes sociais e aplicativos como WhatsApp, Instagram, Facebook. Outros serviços também são oferecidos por operadoras de celular sem cobrança pelo consumo dos dados.
Essa prática é conhecida como Zero Rating, mas segundo o SBT, está com os dias contados, após ela ser discutida durante a aprovação do Marco Civil da Internet em 2012 e 2013, para analisar se a prática feria a legislação que protege a neutralidade da rede.
Após isso, a Vivo mudou sua política e passou a fazer cobranças diárias para o uso dos aplicativos no plano Vivo Easy. Além disso, deixou de vender planos ilimitados para vários aplicativos, liberando a gratuidade apenas para o WhatsApp em planos mais básicos.
Por outro lado, a Claro deixou de oferecer o plano Claro Flex, no qual disponiblizava os acessos gratuitos dos aplicativos foram removidos sem desconto da franquia e, para compensar, incluiu uma franquia extra para redes e vídeos, com limite de até 5GB, conforme o tipo de pacote e, assim como a Vivo, só vai oferecer o WhatsApp no acesso gratuito.
Por que a Anatel confirmou o fim do Zero Ratingo fim do Zero Rating
A decisão que motivou o fim do serviço da Claro e Vivo, segundo o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Baigorri, entrevistado pelo Tecnoblog, durante o Mobile World Congress, em Barcelona, teve relação com questões comerciais, não com questões regulatórias.
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