ANVISA comunica recolhimento de leites em pó e compostos lácteos de marca nº1 de leite após sérios riscos à saúde

Neste mês de maio de 2025, a ANVISA confirmou o recolhimento de diversos lotes de leites em pó e compostos lácteos produzidos por uma marca popular e nº 1 dos principais supermercados e pontos de venda.

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Trata-se da gigante Dielat Indústria e Comércio de Laticínios Ltda., sediada em Taquara (RS).

Anvisa
ANVISA confirma recolhimento de leite em pó após sérios riscos (Foto Reprodução/Internet)

A medida, devidamente publicada no Diário Oficial da União em 9 de maio de 2025, foi motivada por denúncias do MAPA de que a empresa utilizava matérias-primas impróprias para o consumo humano, incluindo:

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  • Insumos contaminados com produtos destinados à alimentação animal;
  • Substâncias químicas não seguras.

Diante disso, a partir de informações obtidas pela resolução oficial publicada pela autarquia, a equipe especializada em fiscalização e serviços traz abaixo todas as informações e os possíveis riscos do consumo.

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MAS ATENÇÃO! Antes de prosseguirmos com a matéria, é bom deixar claro que o episódio afetou somente os lotes e linhas mencionados na resolução, ou seja, todos os demais lotes e linhas permanecem sendo comercializados normalmente.

Produtos e lotes afastados:

Os produtos recolhidos incluem:

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  • Composto lácteo com maltodextrina e gordura vegetal, embalagem de 25 kg, linha Mega Lac Pop (lote 013).
  • Composto lácteo com maltodextrina, embalagem de 25 kg, linha Mega Lac 2113 (lotes 067, 077 e 078).
  • Leite em pó integral instantâneo, embalagens de 1 kg, linha Agrovita (lotes 024 e 060).
  • Leite em pó integral instantâneo, embalagens de 200g, 400g e 1 kg, linha Megamilk (lotes 024 e 060).
  • Leite em pó integral, embalagem de 1 kg, linha Agrovita (lotes 024 e 060).
  • Leite em pó integral, embalagens de 200g, 400g e 1 kg, linha Megamilk (lotes 024 e 060).
Cabelo, Progressiva, Leite Em Pó
Leite em pó (Foto: Reprodução/Internet)

Riscos:

Conforme citado acima, a decisão da ANVISA baseia-se na constatação de que esses lotes da Dielat foram produzidos a partir de:

  • Matérias-primas contaminadas com produtos destinados à alimentação animal;
  • Ou, e que sofreram risco de contaminação por substâncias químicas não seguras.
Resolução da ANVISA pt 1 (Foto Reprodução/ANVISA)
Resolução da ANVISA com ação contra lotes da DIELAT pt 1 (Foto Reprodução/ANVISA)
Resolução da ANVISA com ação contra lotes da DIELAT pt 1 (Foto Reprodução/ANVISA)
Resolução da ANVISA com ação contra lotes da DIELAT pt 1 (Foto Reprodução/ANVISA)

Essas práticas infringem:

  • Decreto-Lei nº 986/1969;
  • Lei nº 9.782/1999;
  • Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 655/2022.

O consumo de produtos lácteos contaminados pode acarretar sérios riscos à saúde, incluindo:

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  • Intoxicações alimentares;
  • Infecções gastrointestinais;
  • E, em casos extremos, complicações mais graves.

A presença de substâncias químicas não seguras, como soda cáustica e água oxigenada, pode causar danos aos órgãos internos e representar risco de câncer.

Qual foi a manifestação e qual é a importância da Dielat?

Ao procurar a manifestação da empresa sobre essa RESOLUÇÃO da ANVISA, as mesmas não foram encontradas, no entanto, o espaço segue em aberto.

No entanto, a fábrica Dielat Laticínios distribui produtos amplamente no Brasil e também exporta seus produtos para a Venezuela. A empresa também fornece laticínios para escolas e órgãos públicos de diversas regiões do país.

Conclusão:

Em suma, uma ordem de recolhimento confirmada pela ANVISA colocou alguns lotes da Dielat fora de circulação.

No entanto, as irregularidades apontadas ressaltam a importância de uma fiscalização rigorosa e contínua no setor de laticínios.

Afinal de contas, a confiança do consumidor depende da transparência e responsabilidade das empresas em todas as etapas da produção.

Sendo assim, é essencial que medidas corretivas sejam implementadas para garantir a qualidade e segurança dos produtos oferecidos no mercado.

Mas, para saber mais informações sobre a Vigilância Sanitária e ANVISA, como seus alertas, clique aqui*.