(Foto: Divulgação)

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Quando a Record coloca alguma coisa na “cabeça”, ninguém é capaz de tirar. A nova ideia é tirar o apresentador Geraldo Luís das tardes de domingo (“Domingo Show”), e o colocar em um programa diário noturno, para disputar a preferência do público com o “Programa do Ratinho”.

Mesmo batendo o pé e dizendo que não aceitará as mudanças, ele deve ser levado a cumprir com essa obrigação. De acordo com o colunista Daniel Castro, apesar de existirem outras opções, os executivos avaliam que ele é o mais indicado para assumir a vice-liderança na faixa das 22h30.

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Quatro diretores do núcleo de infotainment (fusão de entretenimento com informação) discutem qual será o conteúdo da atração, e os diretores do “Domingo Show” e do “Gugu” já apresentaram suas primeiras ideias a Douglas Tavolaro e Marcelo Silva, presidentes da Record.

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Eles desenham uma atração popular com reality shows, games, reportagens de impacto e formatos internacionais. O apresentador, para não ficar sobrecarregado, deverá realizar apenas uma grande reportagem por semana. Dizem que o novo contrato de Geraldo Luis tem algumas aberturas.

O documento, que foi assinado em outubro, não estipula se ele apresentará programa diário ou semanal, de segunda a sexta ou no domingo. Seu salário saltou para aproximadamente R$ 500 mil mensais, o que o coloca no patamar de estrela da casa, com grande potencial.

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Ele, que já derrotou grandes programas dos domingos da Globo, é indicado para conquistar uma audiência estável na faixa das 22h30, tirando público tanto da Globo quanto do SBT com um programa regular, de segunda a sexta, ao invés de atrações diferentes em vários dias.

O apresentador, enquanto isso, se nega a aceitar o desafio, alegando ser diabético e que trabalhar todos os dias vai prejudicar sua saúde. Ele teme que aconteça o mesmo que Flavio Cavalcante, que teve um infarto no intervalo comercial de seu programa no SBT, em 1986.

Geraldo argumenta ainda que isso o afastaria de seu filho, de 15 anos, que ele cria sozinho.

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