
Narrador da TV Globo Galvão Bueno (Reprodução/TV Globo)
A cobertura da Copa do Mundo, na Rússia, será uma das mais caras de todos os tempos. Os números serão próximos aos dos Estados Unidos, em 1994, até hoje considerada a mais dispendiosa.
Isso porque as sedes serão distantes umas das outras, muitas vezes atravessando onze fusos horários diferentes entre elas, como informa o jornalista Flávio Ricco. Além disso, as locomoções serão bem demoradas, algo que, fatalmente, obrigará as emissoras a trabalharem com duplicidade de equipamentos.
Para citar um exemplo, alguém que sair de São Petersburgo, em determinado dia, às 14h, vai chegar à cidade de Cazã, oito horas de diferença no fuso, às 2h do dia seguinte, apesar de serem apenas quatro horas de voo entre uma e outra.
Ainda mais, todos os jogos serão realizados com base no horário de Moscou, ou seja, com seis horas de diferença para Brasília. Outro fator é que na Rússia poucos falam inglês, com exceção de metrópoles globais como Moscou e São Petersburgo.
Uma diária em um hotel 4 estrelas não sai por menos de US$ 450. Por outro lado, o IBC – International Broadcast Center, com sede em Moscou, está com todas as condições de acomodar todas as emissoras e a imprensa credenciada.
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