"Cortes no elenco", Globo bate martelo e dá desfecho de Cauã Reymond, após rombo nos cofres

Cauã Reymond quer produzir nova série para a Globoplay (Foto: Divulgação)
Globo define futuro do galã Cauã Reymond na grade de programação
A alta cúpula da Globo decidiu renovar o contrato com Cauã Reymond por mais quatro anos. Ou seja, o galão está garantido nas novelas da emissora líder de audiência até 2025. A informação foi confirmada pela coluna Observatório da TV, do portal UOL.
Não foi só com ele que o canal renovou o vínculo empregatício, boa parte de seu cast masculino da Globo também ficará pelo menos os próximos quatro anos nas telas da emissora. Entre eles, estão: Chay Suede, Nicolas Prattes, Rafael Vitti, Rafael Cardoso, Murilo Benício, Emílio Dantas, Thiago Fragoso, Alexandre Nero, Rodrigo Lombardi e Tony Ramos.
Tudo indica que o longo período de contrato se justifica pelo fato de a Globo estar com receio de perder os seus talentos para a Netflix, que começará a produzir novelas nacionais em breve.
Antes mesmo antes da renovação, Cauã Reymond já estava escalado para o elenco de Um Lugar ao Sol, novela de Lícia Manzo, que tem estreia programada para o próximo dia 08 de novembro.
APESAR DOS ALTOS ÍNDICES DE AUDIÊNCIA, EMISSORA TEM PREJÍZOS
No primeiro semestre de 2021 a Globo teve um prejuízo estimado de R$ 141 milhões, comparando com o do ao anterior, os dados impressionam, pois no mesmo período, a emissora apresentou um prejuízo de “apenas” R$ 50 milhões.
Além no arrombo dos cofres, as mudanças na forma dos espectadores consumirem conteúdos como: entretenimento, jornalismo e esportes, fez com que o canal buscasse mudar sua forma de fazer negócio.
Além da demissão de várias estrelas de seu elenco, agora o canal estaria planejando demitir vários profissionais do setor operacional. Segundo o jornalista Gabriel de Oliveira, do portal TV Pop, os cortes deverão ser realizados ainda em 2021 ou até o começo do próximo ano.
Ainda segundo o jornalista, alguns erros durante a cobertura dos Jogos Olímpicos de Tóquio só aconteceram porque a Globo já estava tentando reduzir a quantidade de profissionais trabalhando por trás das câmeras.