Vejo o investimento em desenhos como uma forma para garantir público no futuro. A criança adquire o hábito de ligar em determinada rede e depois acaba acostumando até com a plástica da emissora.  Pelo menos um turno é garantido, no outro há escolas, creches, mas metade do dia permite a presença deste tipo de telespectador. Uma rede não pode se esquecer deste nicho, tem que pensar na criançada. Mas não basta apenas um grande sucesso, há necessidade de contratar variedade para manter a moçada atenta ao canal. Isso sempre foi assim, a rede Tupi tinha o Capitão Aza, o SBT teve o Bozo, a Globo tirou a Xuxa da Manchete e assim por diante. “Criança esperança” de futuro para as redes de TV.

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