Crise, encerramento e falência: O triste dia em que fábrica gigante deu adeus definitivo no país

O triste dia em que fábrica gigante deu adeus definitivo no país - Foto: Reprodução/TV FOCO
A fábrica gigante não resistiu a uma grave crise e encerrou suas atividades de forma definitiva
O mercado mais aquecido a cada dia e isso já é nenhuma novidade. Acontece que pela modernização das operações e concorrência cada vez maior, as empresas estão precisando se adaptar e ofertar produtos cada vez melhores para garantir o queridismo do consumidor.
Apesar do sucesso inicial e expansão, nem todas conseguem se manterem firmes no mercado, como foi o caso de uma fábrica gigante que deu adeus definitivo no país. A empresa trata-se da Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas, fábrica de tecidos fundada em Juiz de Fora em maio de 1888.
Com o passar dos anos, as inovações implementadas pelo empreendimento, como uso de energia elétrica e emprego de mão de obra imigrante, formaram um aspecto determinante do progresso industrial e sucesso da empresa.
Porém, o inimaginável diante o deslanche absoluto seria a terrível e determinante crise que a fábrica enfrentaria. Logo no início da década de 80, a companhia lidou com sérias dificuldades financeiras.

Fábrica têxtil chegou ao fim após crise – Foto: Reprodução/Internet
Assim, a empresa usou seu terreno, medindo 10.450 m², com uma área coberta de aproximadamente 7000 m², para o pagamento de dívidas junto ao Governo de Minas Gerais. Em meio ao caos, a fábrica que não foi capaz de acompanhar as mudanças político-econômicas do Brasil, fechou as portas de forma definitiva em 1984.
Com a falência da empresa, o prédio foi assumido pela prefeitura. Assim, o espaço físico foi adaptado para abrigar um local para exposições e o Mercado Municipal de Juiz de Fora. Renomeado para Centro Cultural Bernardo Mascarenhas, o edifício foi reinaugurado em 1987.

Centro Cultural Bernardo Mascarenhas – Foto: Reprodução/Internet
Quais as maiores empresas do Brasil 2023?
No topo da lista, o Carrefour lidera pela sétima vez o Ranking ABRAS, movimentando R$ 108,1 bilhões no ano de 2022. Em segundo lugar aparece o Assaí Atacadista, com R$ 59,7 bilhões, sendo seguido pelo Grupo Mateus, que subiu de posição no Ranking e ficou em terceiro, tendo apurado no período R$ 24,6 bilhões.