A Cultura tem o costume de encarar seu 1 ponto de pico, por vezes margeia o traço. Neste domingo cedo desfilaram grandes talentos cujas qualidades passam muito longe da programação do SBT ou Record ou até do Faustão. Gente simples, também, mas com consciência da sua responsabilidade perante o telespectador.
No “Viola Minha Viola” tivemos Jair Rodrigues, no “Sr. Brasil” fomos brindados com Arrigo Barnabé e no “Mestres do Humor” vimos Mazzaropi.
São mundos cheios de histórias para contar e com um jeito que, hoje, é dado como diferente. Artistas saindo do palco e dançando com a platéia, ao serem entrevistados sabem dizer quem compôs suas músicas e ao cantarem extraem do telespectador as impressões mais profundas e verdadeiras. Nos fazem rir, criam na hora, cantam, declamam, estudam e recebem como recompensa pífio 1 ponto.
A baixa audiência não é merecida; colado a esta, vemos um público impróprio para algo humano e inteligente. Simples e inteligente!





