Déa, mãe de Paulo Gustavo, confessa situação triste na casa de Thales Bretas: "Fecho a porta e não olho"
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Dona Déa fala sobre situação em casa de Paulo Gustavo e Thales Bretas (Reprodução)
Durante entrevista, artista fala sobre vivência em mansão sem humorista
Paulo Gustavo foi um dos maiores nomes do humor brasileiro ao conquistar o público com suas peças. No dia 04 de maio de 2021, ele deixou o país em luto ao falecer apenas com 42 anos após complicações da Covid-19.
No entanto, mesmo com a perda, o humorista é lembrado com carinho pelo público, pelo ex-marido, Thales Bretas, e pela mãe, Dona Déa.
Inclusive, na próxima sexta-feira, 16, o público poderá matar um pouco da saudade do artista devido ao lançamento do documentário “Filho da Mãe”.
O último projeto assinado por ele, os bastidores da última turnê de Paulo Gustavo.
Desse modo, Dona Déa e Thales Bretas se emocionaram ao ver o documentário. Durante uma entrevista à “Quem”, eles falaram sobre o tempo que passaram com o humorista.
ARTISTA FALA SOBRE SITUAÇÃO TRISTE
Sincera, a artista confessou como é estar na casa em que Paulo Gustavo morava com o marido e o que acontece lá com os netos Gael e Romeu.
De acordo com Dona Déa, os filhos deles estão cada vez mais levados.
“Eu pego as crianças na escola e fico lá [na casa do Paulo com Thales]”, começou a famosa, que expôs uma triste situação na mansão: ela não vê mais a luz do filho.
“Daí fico olhando aquela sala. O Thales é quietinho, mas ele era aquele tumulto. Daí fecho a porta e não olho para a sala“, lamentou Dona Déa.
Dona Déa e Thales Bretas falam sobre Paulo Gustavo (Reprodução)
THALES BRETAS FALA SOBRE PRESENÇA DE HUMORISTA
Em seguida, Thales Brestas refletiu sobre o fato de Paulo Gustavo ter modificado a vida das pessoas com sua luz.
“A ausência é tão forte quanto a presença dele era. Quem tem uma presença muito forte como a dele, não tem uma presença ignorável. Se ele estivesse aqui, você saberia que ele estava.”, disse o artista, que continuou:
“Escutaria a voz, sentiria o movimento, ouviria a risada… Essa ausência é um vácuo proporcional a toda essa alegoria que ele fazia com sua presença. Então é muito difícil”, finalizou o viúvo de Paulo Gustavo.
Paulo Gustavo ao lado da família (Reprodução)