Crise avassaladora: 5 montadoras gigantes são obrigadas a tomarem decisão drástica que impacta o Brasil

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

19/07/2023 às 12:29 · Tempo de leitura: 3 minutos

Montadoras paralisam produção de carros no Brasil (Foto: Reprodução / Internet)

Cinco montadoras tradicionais anunciaram a paralisação temporária de suas fábricas

Neste ano, cinco montadoras tradicionais foram obrigadas a tomar uma decisão drástica envolvendo suas fábricas.

Desse modo, ao lidarem com uma crise avassaladora, as empresas tomaram uma ação que afeta milhares de brasileiros.

Em suma, a Volkswagen, Chevrolet, Mercedes-Benz, Renault, Scania, T-Cross e o Audi Q3, estão com suas produções reduzidas ou suspensas.

De acordo com o portal “Auto Esporte”, a medida é reflexo dos estoques altos e a crise das baixas vendas.

Em junho, a Volkswagen anunciou a paralisação temporária na produção da fábrica de Taubaté, em São Paulo.

A fábrica de São José dos Pinhais está com a paralisação desde o dia 05 de junho, a previsão de duração é de 2 a 5 meses.

Além disso, as fábricas de São Bernardo do Campo e São José dos Pinhais também foram afetadas.

A unidade de Taubaté teve seus dois turnos de produções paralisados do dia 36 de junho até o dia 30 de junho em esquema de bancos de horas.

Porém, a unidade de São Bernardo do Campo concedeu férias coletivas até o dia 10 de julho e operou em dois turno.

PARALISAÇÕES

No fim de junho, a Chevrolet também teve a suspensão temporária em suas fabricas. A decisão foi dada pela GM (General Motors).

A paralisação atingiu 1.200 trabalhadores. De acordo com a empresa, o objetivo era garantir a sustentabilidade.

“A medida é necessária para ajustar a produção à atual demanda do mercado, de forma a garantir a sustentabilidade do negócio”, afirmou a GM.

Além disso, no comunicado, a dona da Chevrolet revelou que a paralisação temporária poderia chegar até 10 meses.

Já em abril, a Mercedes-Benz anunciou as férias coletivas de forma parcial para algumas áreas das linhas de produção de São Bernardo do Campo, em São Paulo.

De acordo com o G1, a empresa havia justificado a medida pela falta de componentes na indústria automotiva global e nacional, incluindo o volume de vendas.

A previsão do retorno era de dois a três meses,1.200 trabalhadores também foram atingidos e o local funciona apenas em um turno.

Também em julho, a fábrica da Renault do Brasil em São José dos Pinhais também entrou em layoff.

A medida atingiu cerca de 1.000 funcionários e também será de dois a três meses de paralisação.

Porém, mesmo com a suspensão, a Renault garantiu que faria o pagamento adicional de até 85% do salário de seus funcionários, segundo o G1.

QUAL É A ÚLTIMA MONTADORA QUE PAROU?

Em abril, a Scania informou que os trabalhadores de São Bernardo do Campo seriam suspensos em dois dias por semana.

Além disso, a montadora também concedeu férias coletivas de dez dias para os trabalhadores, a partir do dia 10 de julho, segundo a Folha de São Paulo.

Segundo a montadora sueca, a medida também foi adotada por conta da desacelaração do mercado de caminhões.

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