Lula assinou decreto que cria obrigação para beneficiários e coloca pagamento de R$ 600 do Bolsa Família em risco para quem não cumprir as regras

Uma mudança nas regras dos programas sociais começou a afetar milhões de brasileiros. Um decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou o uso da biometria para acessar benefícios sociais. A medida inclui o Bolsa Família, principal programa de transferência de renda do país.

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O valor mínimo pago hoje é de R$ 600 por família. Por isso, a nova exigência gerou dúvidas entre beneficiários. Muitos querem saber se podem perder o pagamento caso não atendam às novas regras.

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Biometria obrigatório no Bolsa Família?(Reprodução: Montagem TV Foco)

Além disso, o governo regulamentou uma lei aprovada pelo Congresso Nacional em 2024. A norma definiu como os órgãos públicos vão confirmar a identidade de quem recebe benefícios. Na prática, o sistema exige identificação biométrica em diferentes serviços da seguridade social. Esse grupo inclui benefícios assistenciais, previdenciários e trabalhistas.

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Assim, programas como o Bolsa Família entram diretamente nessa mudança. O governo afirma que a medida fortalece o controle sobre os pagamentos e reduz fraudes.

Mas o que significa biometria nesse contexto? A biometria é um método de identificação baseado em características físicas únicas. A impressão digital representa o exemplo mais conhecido. Entretanto, alguns sistemas também usam reconhecimento facial ou leitura da íris dos olhos.

Esses dados funcionam como uma espécie de assinatura biológica. Quando o sistema confirma a biometria, ele comprova que aquela pessoa realmente é quem diz ser.

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Como funciona o uso de Biometria no Bolsa Família?

Além disso, o governo explica que o Brasil já possui uma grande base biométrica. Segundo dados oficiais, mais de 150 milhões de brasileiros registraram dados biométricos em documentos ou serviços públicos. Esses registros aparecem no título de eleitor, na Carteira Nacional de Habilitação e na nova Carteira de Identidade Nacional. Por isso, muitos cidadãos já possuem biometria cadastrada sem precisar fazer um novo registro.

Enquanto isso, o governo decidiu aplicar a regra de forma gradual. A exigência começou a valer em novembro de 2025. Contudo, o decreto criou prazos maiores para alguns programas sociais.

O Bolsa Família recebeu um período de adaptação mais longo. O governo estabeleceu o dia 30 de abril de 2026 como marco para a implementação da biometria no programa. Assim, as famílias ainda têm tempo para regularizar a situação.

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Outra dúvida comum envolve o Cadastro Único, conhecido como CadÚnico. Esse sistema reúne informações de famílias de baixa renda no Brasil. O governo usa o cadastro para identificar quem pode participar de programas sociais.

Entre eles aparecem o Bolsa Família, a Tarifa Social de Energia e outros benefícios. Para entrar no sistema, a família precisa procurar atendimento no município.

  • A biometria confirma a identidade do beneficiário.
  • O sistema reduz fraudes nos programas sociais.
  • O cadastro ocorre gradualmente até 2026.

Por fim, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social orienta os beneficiários a não correrem imediatamente aos postos de atendimento. O governo vai convocar cada pessoa quando precisar confirmar os dados.

Portanto, a atualização ocorrerá aos poucos. No fim das contas, a nova exigência busca garantir que o dinheiro público chegue apenas às famílias que realmente precisam.