“Histórica”: Decreto de Tebet traz vitória aos CLTs e EXTRA no salário
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Decreto de Simone Tebet atinge brasileiros em busca de emprego e CLTs (Foto Reprodução/Lennita/Tv Foco/Marcelo Camargo/ABR)
A Ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, faz anuncio significativo a todos os trabalhadores sob regime clt com um extra envolvendo os salários
E uma excelente notícia chega para milhares de brasileiros que buscam oportunidades no mercado de trabalho e também para aqueles que já estão ingressados e que tenham registro em carteira, ou seja, para os que estão sob regime CLT.
Segundo decretado pela Ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, através de uma postagem feita pelos seus perfis oficiais nas redes sociais, publicado neste último mês de agosto, a taxa de desemprego caiu para 6,8% entre maio e junho.
Conforme dito por ela mesmo: “A menor da série histórica para o período”. Trocando em miúdos, isso significa que cerca de mais de 102 milhões de brasileiros já se encontram empregados.
A taxa de desemprego no segundo trimestre deste ano caiu em 15 das 27 unidades da federação e se manteve estável nas outras 12, na comparação com os primeiros três meses.
Ainda de acordo com a ministra, a renda apresentou um extra de 4,8% em ganhos reais em relação ao último ano de 2023.
Recuo
De acordo com o portal Veja, o número de pessoas em busca de emprego de fato recuou em 17%, mas apesar de ser o menor patamar desde o 2º trimestre do ano de 2015, o grupo ainda representa apenas 22,4% das pessoas que permanecem procurando emprego.
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua (Pnad-C), divulgados pelo IBGE, havia cerca de 1,7 milhão de pessoas nesta situação no país no segundo trimestre de 2024.
Como mencionado acima, esse é o menor contingente para um segundo trimestre desde 2015, quando havia 1,4 milhão de pessoas à procura de trabalho por mais de dois anos.
Segundo declarado por Adriana Beringuy, pesquisadora do IBGE, uma boa parte da ocupação operacional no Brasil é gerada via prestação de serviços. Que por possuírem uma menor complexidade, exigem um nível de instrução não tão elevado, o que possibilita uma absorção maior de perfis diversos de trabalhadores.
Também houve recuos no número de pessoas buscando emprego há mais de um ano e menos de dois anos (-15,2%), entre um mês e um ano (-11%) e há menos de um mês (-10,2%). Ainda de acordo com a Veja, a maior proporção entre os desempregados está entre aqueles que buscam emprego há mais de um mês e há menos de um ano (47,8% do total).
Comparativos
Quando separamos por gênero, no segundo trimestre deste ano, a taxa de desemprego das mulheres atingiu 8,6%, a menor taxa desde o quatro trimestre de 2014 (7,9%). Já o nível de ocupação delas, ou seja, o percentual de pessoas trabalhando em relação ao total em idade de trabalhar, atingiu um nível recorde (48,1%) da série histórica, iniciada ainda no ano de 2012.
Apesar disso, ainda há grande disparidade em relação aos homens, que apresentaram uma taxa de desemprego de 5,6% no segundo trimestre deste ano, ou seja, 3 pontos percentuais a menos que elas. O nível de ocupação dos homens é 68,3%, ou seja, 20 pontos a mais do que as mulheres.
O rendimento médio real habitual das mulheres ficou em R$ 2.696 reais no segundo trimestre deste ano, R$728 reais a menos do que os homens (R$3.424).
Segundo o portal oficial do Governo, o número de pessoas com carteira assinada no setor privado também registra marca histórica, alcançando 37, 7 milhões de pessoas, ou 37,4% da população ocupada, maior índice desde 2014, quando foi de 39,5% das pessoas com trabalho.
No setor público, o número de pessoas com contrato formal de trabalho mantiveram sua participação em torno de 12% em 2023, equivalente a 12,2 milhões de trabalhadores.
Declaração da Ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, sobre a taxa de desemprego no Brasil (Foto Reprodução/Instagram)
Taxa de desemprego caiu segundo PNAD (Foto Reprodução/Gaúcha)
Cidade de São Paulo (Foto:Reprodução/USP)
Quantos empregos já foram gerados em São Paulo em 2024?
Mesmo sendo a maior cidade do Brasil em termos populacionais, com 11.451.245 moradores, São Paulo não ocupa o topo nas cidades que mais geram empregos. De acordo com o portal Coalize, ele está em terceiro lugar dentre as metrópoles e megalópoles que mais empregaram no regime CLT.
No total, já foram gerados 1.411.132 novos postos apenas em 2024, com ênfase nos setores de mão de obra temporária, de bares e restaurantes, de serviços de limpeza e de serviços voltados à saúde.
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