Diarreia e tremedeira: Anvisa baixa proibição urgente contra fruta nº1 das donas de casa e retira de lojas
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Anvisa baixa proibição contra fruta nº1 das donas de casa (Reprodução/Montagem/Canva/Freepik/Gov)
Proibição da Anvisa atinge fruta nº1 das donas de casa devido risco fatal
Marca de fruta muito popular e amada entre os brasileiros é atingida por proibição urgente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) após fiscais detectarem contaminação e produto ser retirado às pressas das prateleiras dos mercados, deixando milhares de consumidores, especialmente donas de casa, chocados com o alerta de proibição.
Portanto, a tão consumida uva passa, que está presente em milhares de receitas de comidas brasileiras, especialmente no Natal, acaba de se envolver em escândalo e marca responsável terá que responder por seus atos.
Desse modo, de acordo com o portal Consultas do Gov, a Anvisa abriu uma medida cautelar que proibiu a comercialização, distribuição e uso da uva passa escura, sem marca evidente.
Isso porque, durante a fiscalização do produto, os fiscais da vigilância encontraram a presença de Ocratoxina A acima dos limites estabelecidos no padrão microbiológico do alimento.
A resolução publicada no dia 7 de maio de 2024, afirma que o lote 20-2023 e 25-2023 com data de validade 31/08/2024 da Uva Passa Escura Sem Semente, da empresa LETHA INDUSTRIA E COMERCIO LTDA. e SN COMÉRCIO DE ALIMENTOS E ESPECIARIAS LTDA.
No entanto, até o momento não foram encontradas notas oficiais, tampouco manifestações da empresa a respeito do ocorrido, porém o espaço continua em aberto para que a mesma possa expor sua versão dos fatos.
Vale ressaltar que a ocratoxina é uma micotoxina produzida principalmente pelos fungos Penicillium verrucosum e Aspergillus ochraceus.
Existem vários tipos de ocratoxina, mas o tipo que é mais comumente encontrado nos alimentos e é o mais perigoso em termos de toxicidade é a ocratoxina A. A ocratoxina A infecta uma grande variedade de alimentos crus e processados.
Os sintomas da ocratoxina incluem letargia, diarreia e tremores. Nos animais, está ligada ao dano e insuficiência renal.
Os porcos são especialmente vulneráveis à ocratoxina e são o transportador mais comum. Também está ligada a danos nos rins e ao fígado em seres humanos, que podem contrair a infecção através de carne e grãos infectadis. A ocratoxina é armazenada no fígado por 35 dias ou mais.
Como saber se o produto é aprovado pela Anvisa?
Para descobrir se um produto está de fato regularizado junto à Anvisa, basta acessar o Sistema de Consultas do órgão. As informações do Portal de Consultas são disponibilizadas diretamente pelo órgão, o que garante a autenticidade da informação.
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