Didi e Dedé se emocionam muito com nova versão de "Os Trapalhões" na Globo: "Eu, novamente, me senti em casa"
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Renato Aragão (Foto reprodução)
Dedeco, Mussa, Zaca, Didico e Didi dividem a cena: os novatos e o mestre do humor Foto: Ricardo Borges/Rede Globo/Divulgação
A partir desta segunda-feira (17) o público poderá acompanhar uma nova versão do eterno sucesso dos anos 80, “Os Trapalhões”. Didi e Dedé voltarão a eternizar momentos pra lá de nostálgicos em 9 episódios de 30 minutos desta primeira temporada que passarão a ser levados ao ar a partir de setembro na Globo.
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“Esses meninos não interpretam a gente em cena, mas os sobrinhos e aprendizes de Didi, Dedé, Mussum e Zacarias. Por isso, ganharam outros nomes; parecidos, mas diferentes”, enfatiza Renato, que palpitou na escolha do novo elenco junto ao diretor Ricardo Waddington: “Eu entrei no túnel do tempo com essa turma aí. Nunca pensei em ver Mumuzinho, magrinho desse jeito, fazendo Mussum. Ele se destacou tanto! Ficou igualzinho… Lucas e Gui já eram do humor, vieram prontos. Agora, Gissoni não deu muito certo, não. Esse rapaz é muito bonito para se parecer com Dedé!”, disse o humorista. Dedé rebate: “Eu só era considerado o galã do grupo porque vivia rodeado por três caras feios pra caramba!”.
Elenco do novo “Trapalhões”. (Foto: Divulgação)
O fato é que as gravações dessa nova versão do programa que eternizou Didi, Dedé, Mussum e Zacarias deixou muita gente emocionada nos bastidores da Globo: “Eu me emocionei o tempo todo! Fiquei nervoso ao saber que ia voltar, mas, quando comecei a conviver com eles, foi tudo muito bom. A gente improvisava junto e eu, novamente, me senti em casa. Eu era tão fã do Mussum e do Zacarias, que às vezes me perdia nas cenas e ficava só olhando… Agora, com Mussa e Zaca, aconteceu o mesmo. Todos estão entusiasmados, tiveram muito boa vontade de fazer bem a coisa — detalha Dedé.
Renato salienta a união dos velhos e novos amigos: “Nós quatro éramos uma coisa só, indissolúvel. Para o telespectador, pode ser tudo engraçado, mas em mim tocou fundo quando refiz o quadro “Teresinha”, com a música de Chico Buarque eternizada por Maria Bethânia. Foi tão bonito! Mexeu demais comigo!”.
Com informações do jornal Extra.
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