DIREITO DE RESPOSTA DA AMIL
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
DIREITO DE RESPOSTA DA AMIL
Este veículo informou falsidades.
É falsa a seguinte afirmação: “Amil se desfaz de serviço crucial e enche os cofres para aniquilar UNIMED e ser o nº 1 do Brasil.” (publicada em 24.08.2024).
A verdade é que a AMIL não encerrou nenhum “serviço crucial bastante popular” quando vendeu o Hospital Vitória, em Curitiba. Aquele hospital já não estava operando desde 2019. Por isso foi temporariamente cedido à Prefeitura de Curitiba. Depois foi vendido para um outro hospital da cidade, o Nossa Senhora das Graças, fato omitido pelo veículo.
Portanto, a venda não gerou impacto aos clientes da AMIL. Simplesmente porque eles não eram atendidos ali, diferentemente do que a matéria falsamente sugeriu.
Nenhum serviço da Amil foi encerrado. Muito menos um que fosse “crucial”.
Também é errada a afirmação de que a AMIL anunciou a venda da ESHO. A negociação envolveu apenas um dos inúmeros ativos da empresa, o Hospital Vitória que, repita-se, já não compunha a rede Amil.
Lamenta-se, por fim, a falha do editorial deste veículo de comunicação, sobretudo diante do fato de que se trata de companhia que cumpre relevante função social, empregando 34 mil pessoas e tendo mais de 5 milhões de clientes.
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