Samuel (Eriberto Leão) em cena de "O Outro Lado do Paraíso" (Foto: Reprodução/Globo)

Samuel (Eriberto Leão) em cena de O Outro Lado do Paraíso.
(Foto: Reprodução/Globo)

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Como o TV Foco já informou, a novela O Outro Lado do Paraíso passará por uma reformulação. Algumas cenas do folhetim, como as que envolvem os casos homossexuais de Samuel (Eriberto Leão) e também cenas da anã Estela (Juliana Caldas), serão cortadas e não irão mais ao ar.

Por conta disso, o diretor Mauro Mendonça Filho, responsável pela parte artística da trama, enviou um comunicado à equipe da trama falando sobre os cortes que classificou como ajustes. “30% em cima do material já gravado, 30% no material a ser roteirizado e 40% nos capítulos que ainda estão por vir”.

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O diretor, que se mostra satisfeito com os resultados alcançados até então com a novela, se justifica dizendo que busca adiantar a passagem da fase atual (que duraria mais de um mês) para 2017. Não vale a pena esticar a corda da história e provocar desgastes desnecessários”, diz ele no comunicado.

Leia o texto na íntegra:

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“A todos do elenco e equipe de O Outro Lado do Paraíso.

Como vem todos bem percebendo, estamos fazendo reajustes nos capítulos da novela, buscando antecipar a passagem de tempo e a consequente virada da historia. Sentimos que a primeira fase cumpriu maravilhosamente seu papel, os números são bons, a repercussão é altamente positiva, mas que não vale a pena esticar a corda da história e provocar desgastes desnecessários.

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As consequências no nosso dia-a-dia serão menos drásticas do que parece: 30% dos ajustes estão sendo feitos em cima do material já gravado, 30% no material a ser roteirizado e 40% nos capítulos que ainda estão por vir. Um novo bloco do 37 ao 42 já foi enviado pelo autor e está sendo distribuído. Desconsiderem o anterior. Em breve, o bloco 43 a 48 também será distribuído, já com ajustes.

Tudo isso visando a novela aterrizar o quanto antes dentro do que foi planejado, num uso mais constante e regular dos sets de estúdios e cidade cenográfica e uma consequente “normalização” do nosso processo de trabalho.

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Conto com a compreensão de todos.

Grato,

Mauro Mendonça Filho”.