Diretora revela surpresa com atuações de Eduardo Sterblitch e Tatá Werneck em nova série da Globo
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Diretora revela surpresa com atuações de Eduardo Sterblitch e Tatá Werneck em nova série da Globo
Eduardo Sterblitch e Tatá Werneck protagonizam a série Shippados. (Foto: Reprodução)
As gravações de Shippados, nova série exclusiva do Globoplay, plataforma de streaming da Globo, já está em fase final. A produção será estrelada por uma dupla de humoristas que estão entre os principais destaques da nova geração: Eduardo Sterblitch e Tatá Werneck.
A comédia escrita por Fernanda Young e Alexandre Machado vai girar em torno de uma atendente do balcão de informações de um supermercado, interpretada por Tatá, que estará sempre à procura de um namorado através de um aplicativo de relacionamentos, e após vários encontros malsucedidos, ela conhecerá o personagem vivido Sterblitch, e juntos darão início a um romance.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, a diretora artística Patrícia Pedrosa definiu Shippados como “uma comédia romântica, que mostra como as pessoas se relacionam hoje, com esse fato de estarmos conectados o tempo todo, mas ao mesmo tempo estarmos sozinhos”.
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A diretora ainda destacou as atuações de Sterblitch e Tatá, e se disse surpresa com o desempenho da dupla na comédia. “Esse lugar em que eles estão na série é algo diferente do que estamos acostumados a vê-los, mas será uma grata surpresa, acredite, pois além desse texto brilhante, as atuações foram surpreendentes”, declarou.
A autora Fernanda Young também falou um pouco sobre a proposta da nova comédia. “Queríamos uma história de que nossas duas filhas de 18 anos gostassem e com a qual se identificassem. Incluir um público mais jovem, sem excluir o mais maduro. Procuramos uma história simples, que encontre sua relevância na verdade dos personagens. Escrevemos a quatro mãos, mas as quatro mãos não escrevem juntas. Cada duas em seu canto. Bolamos a história juntos, depois cada um escreve sua parte. Juntamos tudo no final”, disse.
“Tentando encontrar padrões de comportamento. Buscamos a identificação com o público, em sua diversidade, e, ao mesmo tempo, mostrar que somos todos iguais, principalmente no que diz respeito ao amor. Nosso humor é de observação, então precisamos ficar atentos ao nosso redor, e não podemos nos prender aos antigos clichês de comédia, nem aos tradicionais conflitos entre o masculino e o feminino. Queremos mostrar o que se passa nesses novos tempos e não simplesmente fazer piadas sobre relacionamento”, completou.