Grave crise: o triste fim de uma das maiores fábricas do Brasil

Após a pandemia, muitas empresas entraram em crise e a falência foi decretada, quando não foi possível elevar a economia e a recuperação judicial não teve o sucesso almejado como se gostaria.

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Uma delas foi uma famosa empresa de sapatos, cuja dívida passou a R$ 32 milhões de reais, de acordo com informações do site Exclusivo.

A fábrica em questão fazia parte do grupo de empresas São Francisco, com negócios voltados à produção de calçados em São Francisco de Paula/RS e Parobé/RS e teve a falência decretada pelo  juiz titular da Vara de Falências, Recuperações Judiciais, Insolvência Civil e Litígios Empresariais do DF.

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A empresa acabou surpreendendo cerca de 158 funcionários da companhia, que ao chegarem em um dia normal de trabalho, foram surpreendidos ao chegarem para trabalhar e encontrar as portas da fábrica fechadas, assim como os maquinários ausentes.

Em nota, o Juiz Alexandre Kosby Boeira observou que houve a comprovação do abandono do negócio e desvio patrimonial, tendo plena caracterização da insolvência.

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O nome da empresa em questão é a Mania Brasileira Comércio de Calçados Eireli Me, que sucumbiu a crise sanitária da pandemia, fazendo demissões e entrando em uma crise sem precedentes.

Fábrica de calçados, do Grupo São Francisco, decretou falência  (Foto Reprodução/Internet)

Fábrica de calçados, do Grupo São Francisco, decretou falência (Foto Reprodução/Internet)

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Titular da Vara de Recuperação Judicial de Novo Hamburgo, Alexandre Kosby Boeira (Foto Reprodução/OAB)

Titular da Vara de Recuperação Judicial de Novo Hamburgo, Alexandre Kosby Boeira (Foto Reprodução/OAB)

FALÊNCIA e dívidas: O fim de tradicional fábrica de calçados

O fim de tradicional fábrica de calçados – foto: TV Foco

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A justiça então determinou o bloqueio e a transferência para uma conta judicial das quantias existentes em contas cadastradas em nome da falida.

Além disso, a justiça também fez o bloqueio da circulação de veículos automotores em nome da requerida, determinando ainda pesquisa de imóveis em nome da sociedade falida e de seus sócios.

Em que situação está o processo de falência da fábrica?

De acordo com GZH, o advogado Diego Estevez, que era o administrador judicial da empresa, foi a pessoa que ficou imbuída para fazer o esvaziamento da fábrica.