Dívida de bilhões no Bradesco, fim CRAVADO por Bonner e banco quebrado: JN crava 3 terrores de falência
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Dívida de bilhões no Bradesco, fim CRAVADO por Bonner e banco quebrado: JN crava 3 terrores de falência
WIlliam Bonner confirma no Jornal Nacional, da Globo, três terrores de falência
Como todos sabem, William Bonner é âncora do Jornal Nacional e sempre deixa os telespectadores bem informados, incluindo em situações chocantes como nos casos de falência, onde iremos destacar 3 terrores anunciados pelo jornalista da Globo.
Vamos então iniciar falando sobre uma dívida de R$ 5 bilhões no Bradesco sobre o caso das Lojas Americanas. Conforme foi informado, a empresa contava com a dívida desse montante ao Bradesco. Bom, para melhor entender sobre o assunto, no JN, foi noticiado que os credores aprovaram o plano de Recuperação Judicial das Americanas.
Foi noticiado ainda que a empresa estava devendo no total cerca de R$ 50 bilhões a bancos, fornecedores e prestadores de serviço. Acionistas de referência ficaram de injetar R$ 12 bilhões.
“Os credores aprovaram o plano de recuperação das lojas americanas. São bancos, fornecedores, que cobrem serviços que representam 97% da dívida das americanas, estimada em R$ 50 bilhões e que será renegociada. Os acionistas de referência vão injetar cerca de R$ 12 bilhões no aumento de capital da empresa”, disse Bonner.
Bom, de acordo com informações do portal Folha de São Paulo, dentre as empresas a quem as Americanas contava com dívidas, o Bradesco é o maior deles, com mais de R$ 5 bilhões devidos pela empresa.
A discussão em torno das fianças era um dos principais impeditivos para que credores e a varejista entrassem em acordo com os termos da Recuperação Judicial.
Já de acordo com informações do portal O Globo, diante de toda situação das Americanas, desde o início da sua crise, foram encerradas 121 lojas dentro em 2023.
Ao todo, a empresa teve um prejuízo líquido de R$ 13 bilhões em 2022 e R$ 6,2 bilhões em 2021, além de informar a perda de R$ 25,2 bilhões após o esquema fraudulento.
É importante destacar que as Americanas sempre foi uma das maiores referências no setor varejista e se consolidou como uma das maiores redes do Brasil, conquistando a confiança dos consumidores. Sua primeira loja foi inaugurada em 1929 e, como toda empresa, com o passar dos anos, enfrentou diversas transformações e desafios significativos.
A segunda que iremos falar trata-se do Grupo Itapemirim. A empresa de transporte rodoviário e aéreo estava em recuperação judicial desde 2016, com dívidas de mais de R$ 2 bilhões de reais.
Nos aeroportos de todo o Brasil, era possível ver a atuação da empresa por meio da sigla ITA. Assim, a decisão atendeu a pedidos de um dos credores da empresa, a Travel Technology Interactive do Brasil Solução em Software Ltda.
“Em janeiro de 2023, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) proibiu que a Itapemirim retomasse a comercialização de passagens aéreas. O Grupo Itapemirim estava em recuperação judicial desde 2016. Em setembro de 2022, decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) decretou a falência do grupo”, anunciou Bonner em uma edição do Jornal Nacional em 2021.
Depois de anos em gestação, o negócio ficou no ar por cinco meses, entre acusações de atrasos de salário e de outros direitos de colaboradores. No fim de 2021, pouco antes do Natal, a empresa cancelou subitamente seus voos, deixando milhares de passageiro sem atendimento.
Assim, o Procon São Paulo acabou registrando na época 2.352 reclamações contra a empresa. Ao todo, estima-se que 133 mil passageiros foram afetados com o cancelamento das viagens.
O que aconteceu com o Grupo Itapemirim?
Por fim, salientamos que, Grupo Itapemirim faliu em 2022 devendo R$ 253 milhões a credores e R$ 2,2 bilhões em tributos. Contudo, a Justiça de São Paulo decidiu em segunda instância suspender o decreto de falência da Itapemirim Transportes Aéreos, proferido pela 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do estado.
De acordo com informações do G1, o relator da decisão, o desembargador Azuma Nish, considerou que a empresa de tecnologia que havia entrado com o pedido de falência da empresa aérea optou por desistir da ação, o que não foi levado em conta pelo magistrado da primeira instância do Tribunal de Justiça (TJ-SP).
Não menos importante, em março do ano de 2023, no JN, William Bonner deu informações a respeito da venda do Silicon Valley Bank ao First Citizens. Desde 2011, eles operavam financiando diversas startups no mercado, mas tiveram o fim decretado na América do Norte.
Por anos, o SVB teria realizado investimentos que não deram certo e aumentaram a crise. O sucessor, então, assumiu os ativos do grupo, avaliados em US$ 110 bilhões, além de depósitos de 56 bilhões e empréstimos de 72 bilhões.
Mais lidas
ver todas- Atitude de Virginia Fonseca entrega traição de Vini Jr.
- Neto discreto de Roberto Carlos é um dos homens mais lindos
- Globo em luto: Com câncer espalhado no cérebro, âncora do Jornal Hoje morreu logo após diagnóstico fatal
- Tarcísio Filho vive assim hoje após abandonar novelas
- Vini Jr. não se cala e diz o que viveu com Virginia Fonseca