R$ 5 bilhões em dívidas no Bradesco e 120 fechamentos: Bonner escancara briga de empresa contra falência
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
William Bonner trouxe notícia impactante sobre o Bradesco (Foto: Reprodução/ Internet)
William Bonner surpreendeu ao expor uma dívida bilionária de uma empresa gigante com o Bradesco
William Bonner, sem sombra de dúvidas, é um dos jornalistas mais importantes da televisão brasileira e âncora titular do Jornal Nacional, na Globo, ao lado de Renata Vasconcellos. Recentemente, o apresentador falou sobre uma empresa brasileira que briga para fugir da falência e estava devendo R$ 5 bilhões para o Bradesco.
Vale lembrar que William Bonner estava se referindo a delicada a situação das lojas Americanas. Além das dívidas com o Bradesco, a empresa ainda teve mais de 120 fechamentos. Entretanto, em meio a situação delicada, os credores aprovaram o plano de recuperação judicial, permitindo assim a solução do problema.
Durante o Jornal Nacional, foi noticiado que a empresa estava devendo R$ 50 bilhões a bancos, fornecedores e prestadores de serviço. Acionistas de referência ficaram de injetar R$ 12 bilhões. William Bonner aproveitou para trazer todos os detalhes a respeito da delicada situação enfrentada pelas Americanas.
“Os credores aprovaram o plano de recuperação das lojas americanas. São bancos, fornecedores, cobrem serviços que representam 97% da dívida das americanas, estimada em R$ 50 bilhões e que será renegociada. Os acionistas de referência vão injetar cerca de R$ 12 bilhões no aumento de capital da empresa”, disse William Bonner.
Segundo informações da Folha de S. Paulo, entre as empresas a quem as Americanas contava com dívidas, o Bradesco é o maior deles, com mais de R$ 5 bilhões acumulados. A discussão em torno das fianças era um dos principais impeditivos para que credores e a varejista entrassem em acordo sobre a recuperação judicial.
A Americanas pode falir?
Segundo informações do UOL, existe esperança de recuperação e de aumento de capital. O juiz responsável pela homologação rejeitou as objeções dos credores, indicando que há um caminho legal para a reestruturação. Entretanto, para que dê certo vai depender da implementação e da capacidade da empresa de superar seus problemas financeiros.