(Foto: Divulgação)

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Um dos motivos para o atraso de quase seis meses para a GfK, empresa alemã que competirá com o Ibope na medição de audiência das TVs,  estrear no Brasil , foi um certo desconhecimento da realidade do país, é o que informa o jornalista Lauro Jardim, da Revista Veja.

Acontece que muitas casas – cerca de 35% – que a GfK visitou em São Paulo, ainda utilizam exclusivamente a velha TV de tubo como sua principal televisão, devido ao baixo poder aquisitivo.

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Porém, sem prever que o número seria tão alto na principal cidade do Brasil, e imaginando que no restante do país este número deve ser ainda maior, o instituto alemão teve que importar novos medidores que se adaptem a esta realidade, já que os que estavam a disposição eram adaptáveis apenas ao estilo de TV digital.

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