"Realmente sinto muito": Dono de banco fala de falência da instituição e notícia que ninguém queria ouvir

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

06/04/2023 às 11:27 · Tempo de leitura: 3 minutos

Novidade sobre falência do Credit Suisse (Foto: Reprodução/Capital Aberto/Credit Suisse)

Dono do banco Credit Suisse, Alex Lehmann se pronunciou pela primeira vez sobre colapso da instituição e pediu desculpas a acionistas

Muitas instituições financeiras enfrentam problemas todos os anos, mas quando uma delas chega à falência o cenário muda completamente. O banco Credit Suisse chegou ao colapso e acaba de ganhar um pronunciamento oficial de um dos responsáveis por essa queda, na última terça-feira (4).

Em uma reunião com acionistas, Alex Lehmann, presidente do conselho, pediu conselhos a todos pela situação que essa crise levou. “Eu realmente sinto muito. Peço desculpas por não termos mais conseguido conter a perda de confiança”, declarou. A informação é da agência de notícias Reuters.

O presidente explicou a todos que acreditou até o início da “semana fatídica” que teria chances de recuperar o banco, mas não teve tempo de tomar uma medida assertiva. “Até o fim, lutamos muito para encontrar uma solução. Mas, no final das contas, havia apenas duas opções: acordo ou falência. A fusão tinha que acontecer”, afirmou.

Alex Lehmann se manifestou sobre fusão com concorrente (Foto: Reprodução/Bloomberg)

FUSÃO COM PRINCIPAL CONCORRENTE

O Credit Suisse era a segunda maior instituição financeira da Suíça, mas agora foi comprada por sua principal rival, a UBS. Até o início da semana, nenhum acionista tinha uma declaração oficial dos representantes sobre a fusão e sobre o colapso da empresa. A população suíça não concorda com essa fusão.

Ainda assim, uma reunião reelegeu Alex Lehmann como presidente do conselho. O presidente-executivo do banco, Ulrich Koerner, segue no cargo até o momento.

O QUE ACONTECEU COM O BANCO?

O Credit Suisse teve seu fim trágico antes da UBS comprá-lo por cerca de US$ 3,2 bilhões (uma fração de seu valor de mercado anterior). O Governo financiou essa ação para evitar que a crise respingasse tanto no mercado financeiro suíço quanto no internacional.

Sede do banco Credit Suisse, na Suíça (Foto: Divulgação/Credit Suisse)

Tópicos nesse artigo:

Mais lidas

ver todas
  1. Neto discreto de Roberto Carlos é um dos homens mais lindos
  2. Globo em luto: Com câncer espalhado no cérebro, âncora do Jornal Hoje morreu logo após diagnóstico fatal
  3. Caiu da janela: Qual atriz morreu 2 dias após finalizar gravações na Globo?
  4. Henry Borel retorna em carta psicografada com mensagem chocante para mãe: “Ao invés de me proteger”
  5. Câncer fatal: A morte devastadora de atriz mais amada da Globo e Ana Maria aos prantos com anúncio de luto