"Realmente sinto muito": Dono de banco fala de falência da instituição e notícia que ninguém queria ouvir
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Novidade sobre falência do Credit Suisse (Foto: Reprodução/Capital Aberto/Credit Suisse)
Dono do banco Credit Suisse, Alex Lehmann se pronunciou pela primeira vez sobre colapso da instituição e pediu desculpas a acionistas
Muitas instituições financeiras enfrentam problemas todos os anos, mas quando uma delas chega à falência o cenário muda completamente. O banco Credit Suisse chegou ao colapso e acaba de ganhar um pronunciamento oficial de um dos responsáveis por essa queda, na última terça-feira (4).
Em uma reunião com acionistas, Alex Lehmann, presidente do conselho, pediu conselhos a todos pela situação que essa crise levou. “Eu realmente sinto muito. Peço desculpas por não termos mais conseguido conter a perda de confiança”, declarou. A informação é da agência de notícias Reuters.
O presidente explicou a todos que acreditou até o início da “semana fatídica” que teria chances de recuperar o banco, mas não teve tempo de tomar uma medida assertiva. “Até o fim, lutamos muito para encontrar uma solução. Mas, no final das contas, havia apenas duas opções: acordo ou falência. A fusão tinha que acontecer”, afirmou.
Alex Lehmann se manifestou sobre fusão com concorrente (Foto: Reprodução/Bloomberg)
FUSÃO COM PRINCIPAL CONCORRENTE
O Credit Suisse era a segunda maior instituição financeira da Suíça, mas agora foi comprada por sua principal rival, a UBS. Até o início da semana, nenhum acionista tinha uma declaração oficial dos representantes sobre a fusão e sobre o colapso da empresa. A população suíça não concorda com essa fusão.
Ainda assim, uma reunião reelegeu Alex Lehmann como presidente do conselho. O presidente-executivo do banco, Ulrich Koerner, segue no cargo até o momento.
O QUE ACONTECEU COM O BANCO?
O Credit Suisse teve seu fim trágico antes da UBS comprá-lo por cerca de US$ 3,2 bilhões (uma fração de seu valor de mercado anterior). O Governo financiou essa ação para evitar que a crise respingasse tanto no mercado financeiro suíço quanto no internacional.
Sede do banco Credit Suisse, na Suíça (Foto: Divulgação/Credit Suisse)
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