Dono do hit Janifer se manifesta após William Bonner aparecer cantando
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
William Bonner na cobertura das eleições 2018 no Fantástico (Foto: Reprodução/Globo)
William Bonner no comando do Jornal Nacional (Foto: Reprodução/Globo)
Na noite deste domingo (03), a Globo exibiu mais uma vez o quadro Isso A Globo Não Mostra dentro do Fantástico. Nele, o especial brincou com erros de gravação e micos que aconteceram durante os programas da emissora.
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Nesse sentido, o hit do momento, a Jenifer, não passou em branco e foi parar na boca do William Bonner. Em uma montagem, a música de Gabriel Diniz invadiu a bancada do Jornal Nacional e foi interpretado pelo apresentador. O dono do hit, então, decidiu se manifestar sobre a brincadeira.
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“Sim, muito bom”, disse o cantor em meio a gargalhadas, no Twitter. “O nome dela é #Jenifer, isso a @redeglobo não mostra. Até o William Bonner entrou na onda da Jenifer mais querida do Brasil”, completou ele, no Instagram.
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Nas imagens, Bonner aparece sempre com o semblante sério ou com um piscadinha discreta. A web foi à loucura. “O nome dela é Jenifer/ Eu encontrei ela no Tinder” é um dos hits do verão 2019 e, depois de dominar as festas de Ano Novo e as caixinhas de som nas praias, a música de Gabriel Diniz também invadiu a internet.
Veja:
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MAIS SOBRE O QUADRO
Em um contexto geral, o quadro satiriza a famosa frase utilizada contra a emissora que acabou virando meme. Uma espécie de Tá no Ar dentro do Show da Vida, o especial brincou com erros de gravação e micos que aconteceram durante os programas da emissora.
No primeiro programa, foram exibidas as trapalhadas de Ana Maria Braga, a confusão numérica de Casagrande e ate uma pauta do programa É de Casa que foi considerada tosca por muita gente. Zeca Camargo questionou a uma convidada do que se precisa para fazer papel e ela foi bastante direta: papel.
Além disso, houve uma piada envolvendo Flávio Bolsonaro e laranjas, o programa também brincou com outro assunto envolvendo o governo. Odete Roitman, em um universo paralelo, teria sido morta por um liquidificador. É uma referência a uma fala do ministro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, que comparou armas a liquidificadores.
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