O âncora da Globo levou ao ar a notícia de um escândalo do dono da Record

Na última terça-feira (08), William Bonner invadiu a programação da Globo, bem mais cedo do que o habitual, e durante o JN o âncora deu uma notícia estarrecedora envolvendo ninguém menos do que Edir Macedo, líder da igreja universal e dono da Record.

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No início da edição bem mais curta do Jornal Nacional, por conta da exibição do jogo entre Brasil e Paraguai, Bonner e Renata Vasconcellos destacaram a indicação de Marcelo Crivella, sobrinho de Edir Macedo, como possível embaixador na África do Sul.

“O presidente Jair Bolsonaro convidou o ex-prefeito do Rio, Marcelo Crivella, para ser embaixador brasileiro na África do Sul. Por decisão da justiça, nesse momento, Crivella não pode deixar o Brasil”, iniciou Renata.

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CRISE ENTRE APOIADORES DO GOVERNO

Edir Macedo e Bolsonaro

Edir Macedo é um dos aliados de Jair Bolsonaro (Foto: Divulgação/Palácio do Planalto)

Na sequência, o JN levou ao ar uma reportagem com maiores detalhes sobre a indicação de Jair Bolsonaro e os especialistas em política ouvidos pela Globo afirmaram que a ação do presidente é para amenizar uma crise na bancada evangélica.
Para quem não sabe, Edir Macedo, aos 76 anos, é um dos maiores apoiadores do governo, porém, em maio, ele promoveu duras críticas ao presidente por uma suposta omissão em escândalo religioso em Angola.
O dono da Record usou os noticiários do canal para cobrar uma ação de Bolsonaro depois que 9 missionários da Igreja Universal foram expulsos do país africano.

EDIR MACEDO FOI CITADO POR DIVERSAS VEZES NO NOTICIÁRIO

Edir Macedo

O bispo apareceu em uma reportagem no Jornal Nacional (Foto: Reprodução)

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Bonner e a reportagem do JN reforçaram algumas vezes a relação de parentesco entre Crivella e Edir Macedo: “Crivella é bispo da igreja e sobrinho do principal líder, o bispo Edir Macedo”, afirmou o jornalista.

Por fim, o noticiário ressaltou que, apesar do desejo de Bolsonaro, o ex-prefeito segue impedido de deixar o Brasil. Contudo, a defesa do sobrinho de Edir Macedo entrou com um pedido no STF para garantir que ele assuma o cargo.

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